mercado imobiliário investe em inovação

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O mercado de construção social e imobiliário é visto uma vez que sendo bastante tradicional. Mas, cada vez mais, inovações mudam o jeito de erguer e comprar imóveis. Segundo uma pesquisa, 55% das empresas do mercado imobiliário e de construção querem investir em alguma inovação ou empresa de tecnologia para o setor nos próximos dois anos. Dá para usar veras aumentada para mostrar um apartamento decorado, por exemplo, Mas, na prática, poucos usam.

O estudo é feito pela Brain Perceptibilidade Estratégica desde 2019. A pesquisa entrevistou 580 empresas que atuam principalmente nas áreas de construção e incorporação, seguido de prestação de serviços e loteamento ou urbanismo. Dessas, 28% atuam no estado de São Paulo, 19% em Minas Gerais, e 18% em Santa Catarina e Paraná.

O estudo mostra quais tipos de tecnologia se destacaram entre as empresas imobiliárias consultadas. Um exemplo são os drones, conhecidos por 93% dos entrevistados, e já utilizados por 36% das startups do mercado imobiliário.

Uso variado para drones

Drones podem ser usados para verificar o terreno, fazer segurança, mapear a extensão, realizar inspeção e análises estruturais. Também é usado para publicidade dos imóveis.

“Vemos que em todas as regiões do Brasil há qualquer tipo de iniciativa, para proveito de produtividade ou eficiência na construção”, diz Fabrício Schveitzer, diretor de estratégia e mercado do Sienge, empresa de tecnologia para o setor

Veras aumentada mostra apartamento decorado

A veras aumentada é uma instrumento que 15% dos respondentes afirmaram estar dispostos a investir. A tecnologia pode ser usada para mostrar um apartamento decorado a compradores pelo celular, por exemplo, ou para escoltar uma obra ou projeto.

Dos que mencionaram a instrumento, exclusivamente 22% a utilizam, sendo 50% grandes empresas -ou seja, 3,3% do totalidade. As empresas de prestação de serviço são as que mais mencionam investimentos nessas tecnologias: 57% apostaram em drones e 47% em veras virtual e aumentada.

Se antes as empresas eram reticentes a fechar contratos de maneira do dedo, hoje isso virou padrão. “Venda do dedo, por exemplo, foi uma urgência de todas as incorporadoras na pandemia. Elas foram forçadas a inovar, foi uma questão de não mortalidade”, diz Fábio Garcez, CEO da empresa Construtor de Vendas.

Assinatura de contrato a intervalo e envio de folhetos e peças de marketing pela internet também são inovações nas vendas.

Investimento em tecnologia

Muro de 63% dos entrevistados relataram já narrar com qualquer tipo de estratégia que envolva soluções tecnológicas. Essas inovações podem ser usadas em novos serviços, plataformas de gestão, bancos de dados ou lucidez sintético.

Entre as empresas que já têm qualquer tipo de estratégia, 55% usam tecnologia na informação ou oferta do resultado, 53% em processos internos, 47% na organização da empresa e 34% na experiência do consumidor.

Quem ainda não investe e nem tem parcerias com essas startups ou tecnologias cita questões uma vez que a limitação de recursos financeiros (42%), a falta de equipe especializada (32%) e uma cultura corporativa que ainda não leva em conta essa urgência (29%).

“A barreira financeira para inovar já foi muito maior. Hoje temos tapume de 4 milénio clientes, portanto vemos que não há barreira técnica ou financeira”, diz Schveitzer.

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