#ManasInspiradoras: conheça o time de mulheres que faz a diferença no campo da Ciência e Tecnologia | Rede Amazônica

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Lugar de mulher é onde ela quiser! O próprio #ManasInspiradoras do Gshow vai te apresentar, ao longo do mês de março, o protagonismo feminino em diferentes áreas profissionais.

Na série de hoje, você vai saber a história de quatro mulheres que se destacam na Ciência e Tecnologia, no Amazonas. Zero uma vez que homenagear as “manas” com histórias inspiradoras de outras mulheres incríveis, não é? Conheça elas!

A UI/UX designer Brena Cardoso, que trabalha com desenvolvimento de jogos; a doutora em Informática na superfície de Engenharia de Software, Daniella Bezerra, que ocupa funções distintas em quatro entidades de Tecnologia e Inovação; a bióloga, doutora e pesquisadora titular do Instituto Pátrio de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Fernanda Werneck; e a comentador de sistemas Diana Lemos, que atua com testes de software no Sidia Instituto de Ciência e Tecnologia.

Brena Cardoso — Foto: Divulgação

Nascida em Maués (AM), Brena Cardoso, 27, sempre foi apaixonada por jogos e tinha o sonho de ser designer. Influenciada pelo pai, que é artista plástico, se mudou para Manaus e começou a cursar design gráfico. Mas foi na faculdade, durante uma palestra, que ela viu a possibilidade de entrar no mercado dos games, depois permanecer sabendo da existência de estúdios na região.

Diante das oportunidades, Brena se especializou em desenvolvimento de jogos, foi cofundadora do “DreamKid”, estúdio de jogos independente, e, atualmente, está trabalhando na Wildlifes Studios, uma das maiores empresas de games para dispositivos móveis do mundo.

“Eu jogo desde gaiato, logo sempre tive essa paixão e essa vontade de atuar na superfície. Porquê UI/UX designer na segmento de games, meu trabalho consiste em mapear, entender e tutelar a teoria do jogador pensando na experiência que ele teria uma vez que usuário daquele jogo”, afirma.

A designer também faz segmento da comunidade Manas Game Dev Manaus, que incentiva mulheres (cis e trans) a entrarem no campo de desenvolvimento de jogos em suas diversas áreas. “Nós, mulheres, sempre passamos por qualquer preconceito. Muitas vezes você precisa provar e mostrar o teu valor sempre a mais. Minha maior anseio é entender um número muito maior de jogadores”, completa.

Daniella Bezerra — Foto: Divulgação

Do outro lado, temos a história da doutora em Informática na superfície de Engenharia de Software, Daniella Bezerra, 39. Ela é pesquisadora e cofundadora do Instituto de Inovação, Pesquisa, Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Amazonas (IPDEC), onde também ocupa o função de diretora-presidente. E não para por aí! A comentador de sistemas tem vasta experiência na superfície e exerce, pelo menos, outras três funções em entidades distintas de Tecnologia da Informação (TI), na região.

Para ela, a teoria de seguir curso na superfície de TI foi a partir de uma potente influência da mãe, que trabalhava no Departamento de Engenharia Industrial de grandes indústrias do Polo Industrial de Manaus. “Minha mãe gostava de comprar produtos das “linhas piloto”, que eram vendidos exclusivamente para funcionários. Com isso, tive um contato precoce com esses produtos tecnológicos e isso me fascinava. Quando gaiato, adorava desmontar e montar equipamentos eletrônicos”, diz.

Ela ressalta que, na faculdade, a turma era de 60 alunos, dos quais unicamente 6 eram mulheres. No trabalho, ela chegou a ser a única mulher no setor de TI.

“Já ouvi várias piadinhas e passei por cimas de todas elas. Nunca deixei que a minha crédito fosse saída. Eu me orgulho do que construí com o meu próprio esforço. Acho que dei sorte e fui muito mais apoiada do que desestimulada”.

Daniella sonha em influenciar e contribuir para a democratização da ciência, tecnologia e empreendedorismo na Amazônia, além de ajudar a fortalecer o Polo Do dedo em Manaus e dar visibilidade internacional para suas iniciativas.

Fernanda Werneck — Foto: Divulgação

É investigador empoderada e premiada que você quer? Estamos falando da bióloga e pesquisadora do Instituto Pátrio de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Fernanda Werneck, 39. Ela possui doutorado em Integrative Biology pela Brigham Young University, nos Estados Unidos, e já foi vencedora do prêmio Internacional Rising Talents da L´Oréal-UNESCO For Women in Science, em 2017, e do prêmio L´Oréal-UNESCO-ABC Para Mulheres na Ciência, em 2016.

Encantada por Ecologia e Zoologia desde o ensino médio, Fernanda encontrou ali a possibilidade de se tornar investigador. Hoje, uma vez que bióloga e pesquisadora, sua grande superfície de pesquisa é “Evolução e Conservação da Biodiversidade”, que estuda os impactos das mudanças climáticas globais sobre a biodiversidade, o potencial de adaptação das espécies e em uma vez que essas informações podem ajudar a conservação biológica.

“Sempre fui focada e com um prazer genuíno em desenvolver atividades de pesquisa. Colocar uma teoria no papel até vê-la se tornar veras, reconhecida e difundida para a sociedade é muito gratificante”.

Ela diz que o seu maior duelo é lastrar de maneira saudável a vida pessoal e profissional. Fernanda, que foi mãe jovem, faz segmento do movimento Parent In Science. A iniciativa tem o intuito de levantar a discussão sobre a maternidade e paternidade dentro do universo da ciência do Brasil.

Sobre a atuação das mulheres na ciência, a bióloga destaca que, apesar das dificuldades, hoje em dia o debate é grande em várias instâncias graças ao trabalho pioneiro de feministas na ciência, redes de mulheres, entre outras iniciativas.

“Vejo que a atual geração tem enfrentado de frente com muita coragem, originalidade e espírito colaborativo. Existem inúmeros motivos para promovermos o papel das mulheres na ciência, que vão desde razões humanitárias, passando pelos argumentos de superioridade e qualidade”, conclui.

Para saber mais sobre os trabalhos científicos de Fernanda, basta clicar cá.

Diana Lemos — Foto: Divulgação

Ainda sobre “manas” na tecnologia, temos a história da comentador de sistemas Diana Lemos, 28, que trabalha com testes de software no Sidia Instituto de Ciência e Tecnologia. Para ela, o interesse em trabalhar com tecnologia surgiu aos 15 anos, enquanto fazia um curso profissionalizante de informática. Aos 16 anos, ela já tinha certeza da superfície para a qual queria prestar vestibular.

“Fico extremamente feliz em ver tantas mulheres ganhando espaço nesse meio. Hoje, sou uma mulher que possui segurança na superfície e com potencial para galgar todos os espaços que desejar, sempre com interesse, estudo e dedicação”.

Apesar da mandamento em seguir por esse caminho, a comentador de sistemas lembra que alguns momentos foram difíceis, mas serviram de aprendizados. “Passei por situações que só depois anos de sazão e tirocínio entendi o quão me foram prejudiciais, porém, aprendi a mourejar e continuo aprendendo a me tutelar. A discriminação ainda existirá por muito tempo, mas, uma vez que sempre, nós venceremos isso também”, inspira.

“O feminismo nos ajudou a ocupar tantos espaços. Que possamos ser luz, força e suporte umas para as outras sempre. A luta não pode parar. Quero um dia poder trabalhar com gestão de pessoas e tecnologia”.

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