Magazine Luiza fecha pacto para comprar KaBuM! | SEGS

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Compra da plataforma de e-commerce de tecnologia e games prevê o pagamento de R$ 1 bilhão em moeda e o restante em ações da Companhia

O Magazine Luiza anunciou, nesta quinta-feira (15), a compra do KaBuM!, plataforma de e-commerce de tecnologia e games.

A operação prevê o pagamento à vista de R$ 1 bilhão no fechamento do negócio e a incorporação das ações da empresa pelo Magazine Luiza, com a plataforma se tornando uma subsidiária integral da varejista.

De pacto com o veste relevante da companhia, enviado à Percentagem de Valores Mobiliários (CVM), serão emitidos em obséquio dos acionistas do KaBuM! 75 milhões de ações do Magazine Luiza e bônus de subscrição para subscrever até 50 milhões de ações.

As ações ordinárias do Magazine Luiza lideram o ranking de maiores altas do Ibovespa, com progresso de 5,15%, em reação à compra do KaBuM!, anunciada minutos antes da franqueza do pregão.

Para o gerente de estudo da Ativa Investimentos, Pedro Serra, a notícia é positiva para a empresa. “Os valores envolvidos, sem considerar sinergias, são favoráveis para as ações”, avalia.

Com a compra, o Magazine Luiza reforça a estratégia de atingir novas categorias e atuar no setor de tecnologia e games.

Sobre o KaBuM!

Fundado em 2003, a plataforma tem 2 milhões de clientes ativos. No ano pretérito, as vendas cresceram 128% em relação a 2019 e nos primeiros cinco meses de 2021 apresentam subida de 62% na presença de o mesmo período de 2020.

Nos últimos 12 meses, superou a marca de R$ 3,4 bilhões em receita bruta, com lucro líquido de R$ 312 milhões.

O fechamento da operação depende de condições precedentes, incluindo aprovação pelo Parecer Administrativo de Resguardo Econômica (Cade).

Expansão

Também nesta quinta-feira, o Magazine Luiza divulgou uma atualização da projeção de sua estrutura de logística. A varejista estima que até o término de 2021 alcance o número de 26 centros de distribuição, 1.440 lojas, 225 unidades logísticas e 199 estações de “cross-docking” (sítio onde os produtos entregues pelos fornecedores são imediatamente remetidos aos clientes, sem estocagem), somando uma extensão totalidade de 1.180 milénio metros quadrados de extensão totalidade.

Já em 2023, a projeção é de que serão 33 centros de distribuição, com 1.680 lojas, 450 unidades logísticas e 417 estações de “cross-docking”, ocupando uma extensão totalidade de 2.000 milénio metros quadrados.

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