Liminar cancela audiência e Capital mantém bandeira vermelha

0
48
Links Patrocinados

A queda da audiência de conciliação entre prefeitura de Campo Grande e governo do Estado, marcada para a terça-feira (22), foi derrubada por decisão do Desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), Sérgio Fernandes Martins.  

Ou seja, a queda dessa reunião pode ser interpretada uma vez que uma vitória do prefeito Marcos Trad (PSD) sobre a gestão do governador Reinaldo Azambuja (PSDB).  

Entenda

A reunião havia sido proposta pelo procurador-geral de Justiça de Mato Grosso do Sul, Alexandre Magno Benites de Lacerda, para que as partes tentassem chegar a um consonância sobre as medidas restritivas.  

Dessa forma, além da Capital, as liminares de Três Lagoas, Ponta Porã, Fátima do Sul, Deodápolis e Alcinópolis também foram derrubadas.

No último dia 10 de junho, o governo do Estado decretou medidas rígidas, com o fechamento de todas as atividades não essenciais aos municípios classificados em bandeira cinza, conforme preconizado no Programa Prosseguir.

No entanto, no dia 14 de junho, a Prefeitura de Campo Grande, por sua vez, baixou outro decreto contrário ao estadual, mantendo o município na bandeira vermelha, que permite o funcionamento das atividades não essenciais.

Desde logo teve início uma guerra de narrativas entre os dois Poderes Executivos mais importantes de Mato Grosso do Sul. Depois de uma semana intensa de negociações, apresentações de números e várias reuniões envolvendo o governador Reinaldo Azambuja (PSDB).  

Nos bastidores do meio político, a avaliação dos envolvidos na negociação é a de que o secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, sai enfraquecido, depois um consonância costurado na semana passada, que foi descumprido pelos prefeitos ao longo desta semana.  

Ele saiu para o ataque contra prefeitos que não quiseram executar as medidas impostas pelo Estado, principalmente Marquinhos Trad.  

Ao Correio do Estado, ele afirmou na semana passada que em uma reunião para fechar o consonância das restrições, estavam presentes o secretário municipal de Saúde José Mauro, o secretário de Governo, Antonio Lacerda e o procurador Universal do Município, Alexandre Ávalo.

“Fico perguntando o que levou o prefeito a romper um compromisso que tinha a sua própria assinatura e o aval de dois de seus secretários e o procurador do município”, disse à era.

Links Patrocinados

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui