Karol Conká sobre repudiação: “Estou no processo de perdoar e mourejar com a repudiação” – Revista Marie Claire

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Karol Conká (Foto: reprodução/instagram)

Karol Conká foi uma das convidadas do programa Saia Justa, exibido pelo GNT, nesta quarta-feira. A atração apresentada por Astrid Fontenelle teve uma vez que tema principal repudiação e a cantora falou de sua recente experiência dentro do Big Brother Brasil, e uma vez que enfrentou o mundo depois da repudiação recorde no BBB.

A artista foi eliminada da mansão mais vigiada do Brasil durante o quarto Paredão do reality com 99,17%. Com isso, a cantora e apresentadora curitibana passa a fazer secção do ranking de maiores rejeições da história do Big Brother Brasil na primeira colocação. Ela fez uma avaliação sobre o entendimento que as pessoas tiveram sobre sua turbulenta passagem pelo programa.

“Não é fácil mourejar com a repudiação. Eu já havia encarado ela quando eu era mais novidade e com isso já tinha criado armaduras para me tutorar. Quando me tornei a artista essa repudiação se tornou afastada. Ela sempre esteve, mas se tornou afastada. No BBB, eu mostrei um momento muito mal-parecido e demorou muitos dias para entender o que eu fiz. Fiquei decepcionada com meu comportamento”, ressaltou

“Para mourejar com isso, apesar de já ter dois meses, estou em um momento de reflexão muito profundo. No documentário me acompanharam durante 25 dias e dá para me ver montada na soberba. Conforme os dias foram passando eu fui tomando conta do que estava acontecendo. Mourejar com a repudiação é muito dolorido. Quando eu vi as cenas, eu tive que mourejar com a repudiação do público uma vez que a minha mesma, foi uma dor mais amarga. Ainda estou no processo de perdoar e mourejar com uma cultura que não concordo, a repudiação. Eu me cancelei. Eu falei vou me cancelar. Eu não soube mourejar com a pressão e tive esse comportamento mal-parecido que vocês viram”.

Sua passagem pela atração acabou inspirando o documentário “A vida depois do trambolhão”  que estreia hoje, no Globoplay, e conta a história da Karol Conká desde quando ela ainda era somente a Karoline. Uma rapariga de Curitiba, com pai alcoólico, que sonhava em ser cantora e se transformou na Karol Conká: a artista que entrou no BBB uma vez que símbolo de sucesso e acabou cancelada por razão do seu comportamento hostil.

“Fiquei muito nervosa quando me vi. Foi um processo muito doloroso. […] Me senti insegura e precisando muito de estabilidade. Estou orgulhosa desse trabalho. Estou me tratando agora e estou orgulhosa desse documentário. Estou fazendo terapia. Óbvio. Imagina, depois de dois meses não estar fazendo. Apesar de me reconhecer em algumas cenas, eu ainda me choco. Eu estou arrependida de alguns comportamentos meus. Eu tenho a sensação que eu entrei no BBB e me autossabotei. Ter desequilíbrio emocional não me deixa orgulhosa. Estou extremamente envergonhada”, revelou.

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