Instabilidade gerada pela pandemia aumenta contratação de seguros de vida entre jovens em Alagoas

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Nely Moura

O clima de instabilidade provocado pela pandemia, junto com os riscos ocasionados pela contaminação, provocou um aumento na procura por seguros de vida entre pessoas mais jovens. Hoje, muitos são responsáveis pelo sustento da família e a possibilidade de a deixar desamparada fez com que esse grupo fosse em procura de uma segurança.

 De concordância com a Superintendência de Seguros Privados (Susesp), o primeiro semestre de 2021 registrou um propagação de 120% de procura entre o público mais jovem. Aliás, houve um aumento em todo o país na contratação de 11,4% neste ano, em conferência ao mesmo período do ano pretérito.

Com relação ao aumento pela procura na contratação de seguro de vida durante a pandemia, a corretora de seguros alagoana, Nely Moura, afirma que foi perceptível o aumento nesse período. “Há uma maior preocupação das pessoas e até de pessoas mais jovens cá em Alagoas. Essa mudança de comportamento, essa forma de visualizar um seguro de vida, tendo sido visto porquê ainda mais importante na pandemia”, aponta a corretora.  

“A gente acredita que vendo no noticiário as pessoas perdendo outras, para além de ser um ente querido, mas também o provedor da família, e quanta falta faz para o sustento. Pessoas que viviam do salário do avô e da avó, da mãe e do pai, e essa pessoa falecer […] isso tudo influenciou”, declara a corretora.

Ela explica que, no Brasil, as seguradoras não faziam a cobertura em caso de pandemia. No entanto, diante do impacto provocado pelo coronavírus, resolveram modificar os contratos e oferecer a cobertura por morte em decorrência da doença. “Acontece que agora nessa pandemia que nós estamos passando, todo mundo, né? É uma pandemia dissemelhante, que não atacou só o Brasil. Logo as seguradoras resolveram dar cobertura de morte por Covid-19. Não conheço nenhuma que não tenha feito essa mudança. Eu trabalho em 15 seguradoras e todas elas dão cobertura”, esclarece.

Nely conta que, durante a pandemia, além da procura para produzir novos contratos, houve um grande aumento no caso de procura para atualizar os seguros. Isso ocorreu, principalmente, entre pessoas na fita etária entre 30 e 40 anos.

Ela acredita que a mentalidade entre os jovens sobre o cimeira dispêndio de um seguro tem mudado. “Fazendo isso nessa idade, eles pagam uma taxa muito pequena e há a possibilidade de fazer uma cobertura muito mais ampla pagando uma taxa menor. Aliás, essa taxa não vai mudar ao longo da vida”, acrescenta.

“A pandemia fez crescer essa procura pelo seguro de vida também porque as seguradoras estão aumentando as coberturas adicionais justamente para atrair os jovens nessa fita”, complementa a profissional.

Outro fator que acredita influenciar nesse aumento é a possibilidade de receber benefícios ainda em vida e não exclusivamente na hora da morte. Os seguros cobrem em casos de doenças e se adequam a profissão do contratante.

“Hoje, nós fazemos o seguro de vida para pessoas jovens dependendo da profissão dele. Normalmente, nós não pensamos naquilo que pode ocorrer. Logo eu trabalho com isso diariamente: comprando o risco que você não pode assumir”, destaca.

O legista Carlos Henrique Buarque, de 38 anos, é casado e pai de dois filhos. Ele decidiu fazer o seguro de vida quando se viu pai e responsável pela sua família. “De certa forma, me senti mais tranquilo em saber que qualquer coisa que viesse a ocorrer comigo, minha família estaria amparada e protegida”, explica.

Depois conversar com a seguradora, Carlos percebeu que os benefícios do seguro de vida não passam exclusivamente pela indenização por morte. “Os benefícios passam por indenização por acidentes em universal, assistência funeral, telemedicina, além do recebimento de diárias durante o período de internação hospitalar”, afirma o legista.

“Ou seja, pagando um valor que cabe em meu orçamento, eu consigo dar uma segurança à minha família, e ainda tenho a possibilidade de usufruir benefícios em vida”, completa.

O executivo esportivo e consultor, Rodrigo Piñero, de 41 anos, conta que pensava em obter um seguro de vida caso acontecesse um pouco com ele. “Foi logo posteriormente a morte de meu pai que eu pensei em ter um seguro de vida para deixar meu fruto já resguardado com alguma coisa”, disse.

“Daqui que se abra um inventário, que procure o que tem e o que não tem. Achei mais fácil ter um seguro de vida para que ele tenha aproximação direto caso aconteça um pouco comigo, eu fique vão, não consiga mais trabalhar ou aconteça um pouco de morte. Logo quero que ele já tenha esse aproximação direto e tenha uma coisa pra principiar a vida dele”, indica o consultor.

Ele destaca que teoria de manter o seguro é justamente de ter alguma garantia para seu fruto. “Eu vou manter enquanto eu puder remunerar. Eu não sei o dia de amanhã. Essa teoria de eu sou jovem ou só preciso quando tiver mais velho […] não tem idade pra morrer, portanto eu mantenho meu seguro de vida sempre em dia”, finaliza.

 

*Estagiária sob supervisão da editoria

 

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