INSS: Quais beneficiários possuem prioridade na fileira de vacinação da Covid-19 | Rede Jornal Contábil

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O Ministério da Saúde anunciou mudanças no cronograma de vacinação contra Covid-19. O ministério avisa que serão inclusos as pessoas que estão recebendo o Favor de Prestação Continuada (BPC). O BPC receberá a primeira ração da vacina a partir deste mês.

Posteriormente vacinar os idosos a partir de 60 anos, uma novidade período será inciada na Campanha Pátrio de Vacinação contra Covid-19. Agora, serão vacinadas as pessoas com morbidades. Foi divulgada pelo governo uma novidade lista no grupo prioritário.

Terão recta ao imunizante, as pessoas que recebem o BPC (Favor de Prestação Continuada), que estão na fita etária entre 55 e 59 anos.

Em nota, o governo esclareceu que a inclusão dos cidadãos que recebem o BPC é uma forma de proteger os mesmos, diante do agravamento da doença no país. Isso porque, são as pessoas em situação de vulnerabilidade social as que mais estão suscetíveis aos impactos gerados pela pandemia.

BPC – Favor de Prestação Continuada

O Favor de Prestação Continuada é pago pelo Instituto Pátrio do Seguro Social (INSS)aos idosos com idade igual ou superior a 65 anos. Também são contemplados, quem possui deficiência e não tem quesito de forma alguma treinar qualquer trabalho. O BPC recebe um salário mínimo mensalmente.

Para ter recta ao mercê é preciso provar uma renda familiar per capita mensal de até 25% do salário mínimo. Dessa maneira, o valor, para cada membro, deve ser, no sumo, de R$ 275.

Foto: Tomaz Silva/Escritório Brasil

Não é necessário ser tributário do INSS para receber o Favor. O motivo está no vestuário do Estado ter que prometer aos brasileiros o mínimo existencial. No entanto, o BPC não terá recta de receber o 13° salário e nem a pensão por morte em caso de óbito do beneficiário.

Antes de solicitar o mercê é necessário realizar a letreiro no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federalista (CadÚnico). Esse cadastro é realizado nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) municipais. Posteriormente isso, é necessário comparecer a filial do INSS e solicitar o BPC.

Benefícios do INSS na fileira da vacinação

Além do BPC, todos os idosos que estão recebendo aposentadoria do INSS vão poder receber a 1ª ração da vacina (Covid-19). A vacinação será de contrato com cada município, porém, irá priorizar os maiores de 60.

Será necessário no dia da vacinação, levar um documento original com foto. Algumas cidades têm solicitado ainda, o comprovante de residência.

Novo Projecto Pátrio de vacinação contra Covid-19

FASE 1 – Vacinar proporcionalmente, conforme o quantitativo de doses disponibilizado:
Pessoas com Síndrome de Down, independentemente da idade;
Pessoas com doença renal crônica em terapia de substituição renal (diálise), independentemente da idade;
Gestantes e puérperas com comorbidades, independentemente da idade;
Pessoas com comorbidades de 55 a 59 anos;
Pessoas com Deficiência Permanente cadastradas no Programa de Favor de Prestação Continuada (BPC) de 55 a 59 anos.

FASE 2 – Vacinar proporcionalmente, segundo o quantitativo de doses disponibilizado, seguindo as faixas de idade de 50 a 54 anos, 45 a 49 anos, 40 a 44 anos, 30 a 39 anos e 18 a 29 anos:

  • Pessoas com comorbidades;
  • Pessoas com Deficiência Permanente cadastradas no BPC;
  • Gestantes e puérperas independentemente de condições pré-existentes.
  • Comorbidades prioritárias para receber a vacinação contra COVID
  • 17,7 milhões de pessoas fazem segmento desse grupo, segundo o Ministério da Saúde. E agora em maio, começará a emprego das doses. Não é necessário ter um atestado médico comprovando a comorbidade.
  • Mas, é preciso que você apresente exames ou receitas que vão provar a sua quesito.
  • Veja quais são as comorbidades que terão prioridade:
  • Anemia falciforme;
  • Arritmias cardíacas: fibrilação e flutter atriais; e outras;
  • Cardiopatias congênita no adulto: crises hipoxêmicas, insuficiência cardíaca, arritmias e comprometimento miocárdico;
  • Cirrose hepática;
  • Cor-pulmonale;
  • Diabetes mellitus;
  • Dispositivos cardíacos implantados: marca-passos, cardio desfibriladores, ressincronizadores, assistência circulatória de média e longa permanência;
  • Doença cerebrovascular: acidente vascular cerebral isquêmico ou hemorrágico, ataque isquêmico transitório ou demência vascular;
  • Doença renal crônica;
  • Doenças da Aorta, dos Grandes Vasos e Fístulas arteriovenosas: aneurismas, dissecções, hematomas da aorta e demais grandes vasos;
  • Hipertensão Arterial;
  • Hipertensão pulmonar;
  • Insuficiência cardíaca;
  • Miocardiopatias;
  • Obesidade mórbida;
  • Pericardiopatias;
  • Pneumopatias crônicas graves: doença pulmonar obstrutiva crônica, fibrose cística, fibroses pulmonares, pneumoconioses, displasia broncopulmonar e asma grave;
  • Próteses valvares: biológicas ou mecânicas;
  • Síndrome de Down;
  • Síndromes coronarianas: Angina Pectoris fixo, cardiopatia isquêmica, pós Infarto Agudo do Miocárdio, entre outras;
  • Valvopatias: estenose ou insuficiência aórtica, estenose ou insuficiência mitral, estenose ou insuficiência pulmonar, estenose ou insuficiência tricúspide, e outras.

Edição por Jorge Roberto Wrigt Cunha – jornalista do Jornal Contábil

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