Inovação e pedestal na gestão são apostas de empresários do agronegócio para impulsionar resultados

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Dados do Instituto Brasílio de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que a agropecuária foi o único setor da economia que cresceu em 2020, com progressão de 2% em relação a 2019. E, ao passo que o Resultado Interno Bruto (PIB) despencou por conta da pandemia, o agronegócio conquistou uma maior secção na fatia das produções no Brasil: o setor foi o responsável por 6,8% do PIB ano pretérito – em 2019 alcançou a margem de 5,1%.

Economistas afirmam que o veste do segmento ter sido considerado necessário em meio à crise mundial de saúde foi um dos fatores que alavancou o propagação agro. Outros destaques foram o clima favorável, aumento das exportações, subida do dólar em relação ao real e investimento dos produtores em pacotes tecnológicos para manutenção das atividades. “Nesse sentido percebemos que o agronegócio está caminhando conforme os avanços tecnológicos. É preciso entender que as novidades vindas da tecnologia podem trazer ainda mais benefícios e propagação para um dos pilares da economia de qualquer país. Iguaria é necessário – e toda a prisão que faz secção dele precisa se alinhar às novas possibilidades que o mercado oportuniza, pensando sim em consumidor final, mas antes disso, nos avanços dentro do processo de produção”, comenta Roberto Vilela, consultor empresarial e mentor de negócios.

Unificar a verdade do agro – o grande repto da gestão e da inclusão tecnológica

Para Nelson Eduardo Ziehlsdorff, presidente da Semex do Brasil, empresa de genética bicho com referência internacional, localizada em Blumenau (SC), o proporção de avanço tecnológico dos principais atores do agronegócio confere ao setor máxima eficiência em suas operações – o propagação agro em todo o país, inclusive, demonstra isso. “No caso da Semex, por exemplo, o foco é na entrega de soluções genéticas uma vez que pilar da primazia e inovação, com adoção de novas abordagens para o atendimento dos clientes, estimulando a geração e compartilhamento de novas ideias, muito uma vez que desenvolvendo novos produtos e serviços de forma sistemática. Para isso, disponibilizamos um conjunto de soluções projetadas para gerar mais resultados no campo, com softwares, plataformas, programas, aplicativos e ferramentas ao alcance de todos os envolvidos na prisão produtiva”, afirma, completando que “é indiscutível que a adoção das novas tecnologias tem ocorrido de forma muito originário, motivada principalmente pelo suporte individualizado oferecido pelo nosso corpo técnico”.

Trabalhar em consonância com o desenvolvimento tecnológico, segundo Roberto Vilela, é o que pode fazer o agronegócio lucrar ainda mais força dentro da economia do país. Com atenção para estratégias muito definidas de emprego das ferramentas digitais. “As possibilidades que o agro pode ocupar através das metodologias tecnológicas são inúmeras. Desde a gestão financeira, passando pela prisão produtiva até a abordagem com o cliente podem ser beneficiadas e culminar em um melhor desempenho dos negócios em si”, observa.

Lives sobre Agronegócio

O fortalecimento do agronegócio tem ganhado destaque e será tema de uma série de lives promovidas por Roberto Vilela. O projeto, chamado de Agro Talks terá uma vez que primeiro convidado o presidente da Semex do Brasil. “Com o Nelson vamos debater sobre o mercado, as oportunidades e a tecnologia no agronegócio. O case da Semex é bastante favorável para falarmos das potencialidades do segmento nesse novo momento, que exige inovações e adesão tecnológica”, comenta Roberto. A primeira live da série ocorre nesta terça-feira, dia 11 de maio, a partir das 19h no Instagram @orobertovilela.

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