IBM revela tecnologia de chip de 2 nanômetros para computação mais rápida

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Por Stephen Nellis

(Reuters) – Por décadas, cada geração de chips de computador se tornou mais rápida e mais eficiente em termos de pujança, porque seus blocos de construção mais básicos, chamados de transistores, ficaram menores.

O ritmo dessas melhorias diminuiu, mas a IBM disse nesta quinta-feira que o silício tem pelo menos mais um progresso de geração guardado.

A IBM apresentou o que diz ser a primeira tecnologia de fabricação de chips de 2 nanômetros do mundo. A tecnologia pode ser até 45% mais rápida do que os principais chips de 7 nanômetros presentes em muitos dos laptops e celulares atuais, e até 75% mais eficiente em termos de pujança, segundo a empresa.

A inovação provavelmente levará vários anos para chegar ao mercado. Antes uma grande trabalhador de chips, a IBM agora terceiriza sua produção de cima volume de chips para a Samsung Electronics. Mas a empresa mantém um núcleo de pesquisa de fabricação de chips em Albany, Novidade York, que faz testes e tem acordos conjuntos de desenvolvimento de tecnologia com a Samsung e a Intel, para que usem a tecnologia de fabricação de chips da IBM. 

Os chips de 2 nanômetros serão menores e mais rápidos do que os chips de ponta de 5 nanômetros de hoje, que só agora estão aparecendo em smartphones premium, porquê os modelos iPhone 12 da Apple, e os chips de 3 nanômetros esperados para vir em seguida os de 5 nanômetros.

A tecnologia que a IBM apresentou nesta quinta-feira é o conjunto de construção mais indispensável de um chip: um transistor, que atua porquê um interruptor elétrico liga-desliga para formar os 1s e 0s dos dígitos binários que estão na base de toda a computação moderna.

Tornar os interruptores muito pequenos os torna mais rápidos e mais eficientes em termos de pujança, mas também cria problemas com o vazamento de elétrons quando os interruptores deveriam estar desligados. Darío Gil, vice-presidente sênior e diretor da IBM Research, disse à Reuters em uma entrevista que os cientistas foram capazes de revestir com folhas de material isolante de somente alguns nanômetros de espessura para impedir vazamentos.

“No termo, há transistores, e todo o resto (na computação) depende se o transistor permanecer melhor ou não. E não há uma garantia que haverá mais um progresso do transistor de geração em geração. Portanto, é uma grande feito toda vez que temos a chance de manifestar que haverá outro”, afirmou Gil.

((Tradução Redação São Paulo; +55 11 56447764))

REUTERS IL PAL

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