Governo irá gerar Mercê para trabalhadores informais

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Governo irá gerar Mercê para trabalhadores informais  O ministro Paulo Guedes (Economia) voltou a prometer um novo programa social voltado para trabalhadores informais, que deve ser chamado de BIP (Bônus de Inclusão Produtiva).

O governo calcula que há tapume de 40 milhões de trabalhadores informais no país. “Nós devemos a eles também ferramentas de sobrevivência nos próximos meses enquanto fazemos a vacinação [contra a Covid-19] em volume”, disse Guedes.

A teoria do BIP surgiu em fevereiro, quando a equipe econômica tentou realizar mudanças na novidade rodada do auxílio emergencial. O objetivo era que o recebimento do auxílio pudesse ser associado a um curso aos beneficiários, que, em sua maioria, têm ordinário nível de qualificação.

Portanto, segundo integrantes do governo, o projecto seria que o auxílio fosse associado à Carteira Virente e Amarela, programa que deve ser relançado pelo governo para reduzir encargos trabalhistas e estimular a formalização de pessoas de baixa renda.

Sem dar detalhes, Guedes retomou nesta quarta o projecto do BIP, argumentando que o país não tem um mercado de trabalho formal mais vasto por justificação de uma legislação trabalhista obsoleta.

O auxílio emergencial foi renovado em 2021, de abril a julho. O mercê varia de convenção com a elaboração da família. As parcelas vão de R$ 150 a R$ 375 por mês. No caso do Bolsa Família, o mercê médio está na fita de R$ 190 por mês.

O governo promete um novo programa social mal acabarem as parcelas do auxílio emergencial. Portanto, em agosto.

Segundo o secretário próprio de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco, a segmento de assistência social das novas medidas a serem lançadas pelo governo estão sendo estudadas pelo Ministério da Cidadania, enquanto que a equipe econômica analisará as questões orçamentárias, além dos pontos relativos à legislação trabalhista.

Bianco citou que os estudos consideram a geração de um novo contrato de trabalho, mais maleável, e que seja, segundo ele, mais adequado ao momento da economia depois a pandemia da Covid-19 para estimular a formalização de trabalhadores. “A teoria é dar um incentivo para trabalhadores informais”, disse.






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