Governo do ES define critérios de prioridade na vacinação para quem tem comorbidades | Espírito Santo

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O Governo do Espírito Santo, ao lado dos gestores dos municípios capixabas, definiram a ordem de prioridades da vacinação para o próximo grupo a ser imunizado, de contrato com o quantitativo de vacinas a serem disponibilizadas à população.

No Espírito Santo, segundo estimativas do Ministério da Saúde, a imunização vai ocorrer em duas fases e serão vacinadas 598.246 pessoas destes grupos, sendo 401.670 com comorbidades, 148.611 pessoas com deficiência permanente e 47.965 gestantes e puérperas.

Vacinar proporcionalmente, de contrato com o quantitativo de doses disponibilizado:

a) Na tira etária entre 18 e 59 anos de idade:

  • 1. Pessoas com Síndrome de Down ou deficiência intelectual/mental (autismo, paralisia cerebral ou outras síndromes que desencadeiam a deficiência intelectual/mental);
  • 2. Pessoas com doença renal crônica em terapia de substituição renal (diálise);
  • 3. Pessoas com fibrose cística;
  • 4. Gestantes e puérperas com comorbidades pré-determinadas no PNO, conforme incorporado;
  • 5. Pessoas com obesidade mórbida (índice de tamanho corpórea – IMC ≥ 40).

b) Na tira etária entre 55 e 59 anos de idade:

  • Pessoas com Deficiência Permanente cadastradas no Programa de Mercê de Prestação Continuada (BPC).

1º: Para fins deste ato, considera-se deficiência intelectual/mental os indivíduos com limitações nas habilidades mentais gerais, que impedem as suas atividades habituais e exigem autocuidados.

Vacinar proporcionalmente, de contrato com o quantitativo de doses disponibilizado, segundo as faixas de idade:

  • 50 a 59 anos;
  • 40 a 49 anos;
  • 30 a 39 anos;
  • 18 a 29 anos.
  • Pessoas com comorbidades pré-determinadas no PNO, conforme incorporado;
  • Gestantes e Puérperas independentemente de condições pré-existentes;
  • Pessoas com Deficiência Permanente cadastradas no Programa de Mercê de Prestação Continuada (BPC).

Para comprovação das condições de saúde, as pessoas precisam levar no momento da vacinação documentos porquê laudo médico e récipe de medicamentos. A data do documento comprobatório deverá ser de 2018 em diante, ou seja, dos últimos 3 (três) anos, para condições permanentes e 90 dias para condições adquiridas e transitórias (ex: gestantes e puérperas), e os serviços de vacinação deverão reter a transcrição.

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