governo deve gastar R$ 34,2 bilhões com novidade rodada de auxílio

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Auxílio: com projeção de quatro parcelas de R$ 250, pagas a 45 milhões de beneficiários, governo deve gastar R$ 34,2 bilhões extras com a novidade rodada de auxílio emergencial, prevê a Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado (Crédito: Marcello Parelha Jr./Sucursal Brasil)

O governo deve gastar R$ 34,2 bilhões extras com a novidade rodada de auxílio emergencial a vulneráveis, prevê a Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado. A projeção considera um programa com quatro parcelas de R$ 250, pagas a 45 milhões de beneficiários.

O dispêndio totalidade do auxílio ficaria em R$ 45 bilhões, mas uma secção menor (R$ 10,8 bilhões) será bancada com recursos do próprio Bolsa Família já previstos no Orçamento. Isso porque a regra prevê que beneficiários do programa recebem do auxílio exclusivamente o complemento necessário para o valor chegar até R$ 250. Hoje, o mercê médio do Bolsa está em tapume de R$ 190.

Haverá auxílio emergencial em 2021? Confira uma vez que está o mercê

Já os R$ 34,2 bilhões ficariam fora do teto de gastos, a regra que limita o progressão das despesas à inflação. Minuta da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que está sendo negociada para autorizar a novidade rodada do auxílio prevê a edição de crédito incrível para bancar a ação.

Ao todo, a IFI prevê que os gastos extras de combate à covid-19 ficarão em R$ 64,2 bilhões em 2021. Além da despesa com o auxílio, o governo abriu no ano pretérito um crédito de R$ 20 bilhões para a compra de vacinas contra o vírus levante ano. A entidade também prevê R$ 10 bilhões em outras despesas de enfrentamento à doença.

Os dados constam no Relatório de Comitiva Fiscal (RAF) divulgado nesta segunda-feira pelo órgão do Senado.

A IFI traçou ainda um cenário otimista e outro pessimista para o auxílio, em que os gastos são menores ou maiores, respectivamente. Caso o público seja mais restrito, com 35 milhões de beneficiários, mas o valor e o número de parcelas mantido em quatro de R$ 250, a despesa extra (fora do teto) seria de R$ 24,2 bilhões.

Por outro lado, caso o alcance seja maior (50 milhões de pessoas) e o pagamento seja mais generoso (seis parcelas de R$ 250), o dispêndio suplementar chegaria a R$ 58,7 bilhões.

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