Governo atribui R$ 15 milhões com leite condensado a “cumeeira custo-benefício” – 27/01/2021

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O governo federalista se manifestou hoje sobre os gastos com sustento do Executivo. De entendimento com transmitido publicado pela Secom (Secretaria Peculiar de Informação Social da Presidência da República), o leite condensado “possui cumeeira custo-benefício, considerando seu valor, sua fardo calórica e sua longa espaço”.

A Secom explicou em nota que a maior secção dos gastos é do Ministério da Resguardo e que os provisões adquiridos — inclusive o leite condensado, que custou mais de R$ 15 milhões e que ocupou o núcleo das discussões nos últimos dias — são usados para cevar tapume de 370 milénio homens e mulheres das tropas em serviço.

A Secretaria também explicou a compra de goma de ruminar, afirmando que ela ajuda na higiene bucal das tropas “quando na impossibilidade de escovação apropriada, sendo utilizado também para atenuar as variações de pressão durante atividades aéreas.”

O governo federalista classificou a reportagem publicada pelo site Metrópoles no último domingo (24) e sua repercussão uma vez que “sensacionalista”. “O governo federalista não deixará sem maná e sem a devida atenção alguns dos mais importantes órgãos e forças da Pátria”, diz a nota.

O Ministério da Resguardo também publicou uma nota sobre o matéria afirmando que “as Forças Armadas devem, por lei, prover sustento aos militares em atividade”.

“O valor da lanço generalidade de sustento, desde 2017, é de R$ 9,00 (nove reais) por dia, por militar. Com esses recursos são adquiridos os gêneros alimentícios necessários para as refeições diárias (moca da manhã, almoço e jantar). Esse valor não é reajustado há três anos”, esclarece o documento.

O órgão também falou especificamente do leite condensado, explicando que ele pode ser usado em substituição ao leite: “Ressalta-se que a conservação do resultado é superior à do leite fresco, que demanda armazenamento e transporte protegido de altas temperaturas”.

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