Fim da família Bolsonaro, Felipe Neto ganha espeque de artistas e políticos · Notícias da TV

0
51

Depois ser intimado pela Polícia Social do Rio de Janeiro por ter chamado Jair Bolsonaro de “genocida”, Felipe Neto ganhou espeque nas redes sociais de artistas, celebridades e políticos. Eles endossaram o movimento “não irão nos embatucar”, em referência ao que consideram tentativa de repreensão contra o youtuber, que é denunciado pela família Bolsonaro de suposto transgressão previsto na Lei de Segurança Pátrio (LSN), instrumento legítimo remanescente do período da Ditadura Militar (1964-1985).

Nas redes sociais, artistas porquê Alexandre Nero, Fernanda Lima, Patricia Pillar, Cláudia Abreu, Luisa Arraes, Daniela Mercury, Kiko Mascarenhas, Rodrigo Hilbert, Paula Lavigne, Nando Reis, Tico Santa Cruz, entre outros, manifestaram espeque ao influenciador do dedo com a publicação de uma imagem com os dizeres: “Não irão nos embatucar. Estamos juntos, Felipe Neto”.

“Toda a solidariedade a Felipe Neto! Nenhuma incerteza de que esse governo age em prol da morte”, escreveu a atriz Patricia Pillar. “Não tenham pavor! Um povo não deve temer seu governo. O governo é que tem que temer seu povo”, opinou a cantora Daniela Mercury. “Não é transgressão o cidadão gritar aos quatro cantos ‘Bolsonaro genocida'”, salientou o ator Alexandre Nero.

Políticos importantes do país também defenderam o produtor de teor, incluindo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Manifesto minha solidariedade a Felipe Neto. Que a tentativa de intimidação e repreensão desse desgoverno não o impeça de continuar se manifestando livremente, porquê é próprio da democracia, independente (sic) de sua posição. O silenciamento é uma das armas do fascismo”, disse o petista.

A término de mostrar a sisudez da situação, Felipe afirmou que passou “mais de cinco anos atacando o Lula”, mas nunca recebeu “sequer uma notificação. Nunca tentou me silenciar. Isso diz muito”. Outras figuras da política brasileira a se manifestarem foram os ex-presidenciáveis Marina Silva e Ciro Gomes, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), o deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ) e o vereador de São Paulo, Eduardo Suplicy (PT).

Felipe foi intimado a depor a pedido de Carlos Bolsonaro, segundo rebento do presidente, que abriu uma queixa-crime acusando o youtuber de calúnia e transgressão contra a segurança pátrio por ter chamado seu pai de “genocida”. O glosa foi motivado pela revolta com as ações do Governo Federalista na pandemia do novo coronavírus.

“Não sei exatamente porquê ele [Carlos Bolsonaro] gostaria que eu me referisse ao presidente da República, um presidente que chamou reiteradamente a maior pandemia que se viu em muitos anos de ‘gripezinha’. Um presidente que incentiva a todos a saírem às ruas porquê se zero estivesse acontecendo, que provocou aglomerações em todos os momentos desta pandemia e que sabotou medidas de prefeitos e governadores que tentaram agir contra a propagação desse vírus”, enfatizou o youtuber.

“O objetivo da família Bolsonaro não é mais colocar pavor em mim. Eles sabem que tenho uma estrutura enorme para me tutelar. O objetivo é botar pavor em você. Para que você tenha pavor de falar, por descobrir que irão te perseguir”, alertou ele aos seus seguidores. “Vou enfrentar essa tentativa de silenciamento por segmento desse governo e vou continuar sem pavor”, completou.

Em expedido divulgado ontem (15), a assessoria do influenciador ressaltou que “já está adotando todas as medidas cabíveis para parar mais uma tentativa de silenciamento, fruto de uma clara perseguição de extrema-direita, obviamente desesperada pela ascendente perda de popularidade”.

Veja as publicações de espeque a Felipe Neto:

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui