Estudo mapeia negócios de impacto socioambiental na Mata Atlântica

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Material foi produzido pela Instauração Grupo Farmacêutico de Proteção à Natureza. No totalidade, o estudo mapeou 177 negócios em regiões de Mata Atlântica

Foto: Registo/Escritório Brasil

Por: Mariana Lima

A Instauração Grupo Farmacêutico de Proteção à Natureza produziu o 1º Planta de Empreendedorismo Sustentável na Grande Suplente Mata Atlântica para diagnosticar o cenário do empreendedorismo sustentável.

O estudo procura alavancar negócios que beneficiam a biodiversidade lugar ao trabalharem em prol do impacto socioambiental  positivo – iniciativas que, além de gerarem receita, também impactam de forma positiva a sociedade e a conservação da natureza.

Para erigir o estudo foi analisada a região da Grande Suplente Mata Atlântica, principal remanescente do bioma nos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. O estudo foi produzido entre os meses de junho e julho de 2020.

No totalidade, foram mapeados 177 startups, empreendimentos, organizações da sociedade social e protótipos com modelos de negócio sustentáveis, que geram impacto ou têm potencial de gerar impacto em um dos 46 municípios da Grande Suplente Mata Atlântica.

Os negócios mapeados atuam nas seguintes áreas: turismo sustentável; fortalecimentos de áreas protegidas; sustentabilidade marinha; produtos e serviços sustentáveis; ensino/notícia para a conservação.

De tratado com o estudo, entre os negócios mapeados, 39% estão localizados em São Paulo, 32% no Paraná e 10% em Santa Catarina.

Em relação à idade dos negócios, 53% têm menos de cinco anos e ainda estão na temporada inicial de desenvolvimento. Com base no estudo, 71% deles encontram-se no chamado “vale da morte”, entre as fases de ideação e organização do negócio. A temporada é a mais suscetível ao fracasso.

Uma vez que a maior segmento dos negócios estão em temporada inicial de desenvolvimento, a pesquisa indica que 59% nunca foram acelerados ou incubados, apesar de buscarem oportunidades.

A pesquisa ainda ressalta que 47% dos negócios ainda não têm a intenção de captar numerário extrínseco, enquanto 38% estão participando de rodadas de captação.

Entre os negócios que já captaram recursos, as doações são o principal meio (30%). 43% dos negócios nunca receberam qualquer tipo de financiamento, seja de pessoas, empresas, organizações ou dos próprios sócios.

A pesquisa ainda se debruçou sobre o perfil dos empreendedores responsáveis por estes negócios. Na estudo universal, a maior segmento dos negócios tem comandos mistos (46%).

Já as iniciativas comandadas exclusivamente por homens representavam 19%, enquanto por mulheres eram 16%.

A grande maioria das iniciativas analisadas é comandada por pessoas que se autodeclaram brancas (68%), enquanto 13% são comandadas por pardos e 5% por negros.

Para ler o estudo completo, clique cá.


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