Especialistas avaliam benefícios e riscos de flexibilizações da CLT; veja análises

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Mudanças trabalhistas foram aceleradas pela pandemia de Covid-19; entenda os reflexos para empregados e empregadores

Marcello Par/Sucursal BrasilMuitas flexibilizações na CLT foram possíveis durante a crise sanitária, uma vez que a redução de jornada e salários

Neste 1º de maio, Dia do Trabalho, aumentam os debates sobre as mudanças e flexibilizações trabalhistas e as transformações aceleradas pela pandemia de Covid-19. Muitas flexibilizações na CLT foram possíveis durante a crise sanitária, uma vez que a redução de jornada e salários. O presidente da União Universal dos Trabalhadores, Ricardo Patah, considera válida a Medida Provisória para a manutenção de empregos. Segundo ele, o movimento sindical entende a dificuldade de muitos empresários, só que a opção é para ser usada só havendo urgência. “Do ponto de vista do trabalhador diminuir trabalhador, diminuir salários, perder salário é muito ruim. Mas, ao mesmo tempo, preservar trabalho é menos mal. Logo nós somos por uma medida que seja usada com estabilidade”, opinou.

Para o presidente da Percentagem de Recta Sindical da OAB, José Francisco Siqueira, a atenção do governo federalista deve ser igual para empregado e empregador. De negócio com ele, olhar uma vez que o mundo vem caminhando em algumas questões ajuda, a exemplo do presidente Joe Biden, que lançou um projecto de trabalho e reforçou a preço dos sindicatos. “Você vê agora os pacotes que o presidente dos Estados Unificado implanta. Exatamente o oposto do que estamos fazendo né? A enunciação do presidente dos Joe Biden ao obter a aprovação das medidas que ele propôs ao Congresso Vernáculo, ele citou uma frase emblemática. Os Estados Unidos foi criado pelos trabalhadores e trabalhadoras.”

A reverência do matéria, o professor de gestão empresarial da Universidade de São Paulo (USP), Alexandre Slivinik, observa que as leis precisam ser revistas e adequadas à verdade, mas isso não deve ser nascente de precarização para o trabalhador. “É uma urgência urgente modernizar, porque hoje em dia muitas empresas e seus colaboradores já vivem uma relação paralela. O colaborador precisa jogar junto com a empresa, logo é preciso que o colaborador entenda que precisa ter benefícios e vai continuar tendo benefícios, mas se a empresa não tiver benefícios, ela não consegue segurar e ele vai permanecer desempregado.”

*Com informações da repórter Carolina Abelin

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