Empresas familiares brasileiras resistiram melhor à pandemia

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As empresas familiares brasileiras responderam melhor à pandemia do coronavírus do que as do restante do mundo. De pacto com pesquisa sobre negócios familiares da consultoria PwC – realizada com 2.801 participantes de 87 países, sendo 282 no Brasil –, 51% dos entrevistados daqui disseram que a pandemia gerou um aumento nas suas vendas. Na média global, somente 28% dos pesquisados afirmaram ter registrado esse tipo de prolongamento. O trabalho mostrou ainda que 80% das empresas familiares do mundo permitiram que a equipe trabalhasse em vivenda porquê medida de prevenção à doença e 25% redirecionou a produção para atender a demanda relacionada à pandemia.


“As empresas familiares responderam rapidamente aos desafios postos pelo Covid-19. Em março de 2020, havia muita incerteza sobre porquê responder ao novo cenário. As famílias foram buscar força e inspiração nos seus valores e propósito. Isso fez toda a diferença na velocidade e congruência da resposta à crise”, diz o líder de Empresas Familiares da PwC Brasil, Carlos Mendonça. A resiliência e a capacidade de se conciliar a um momento tão crítico da economia gerou um otimismo nas empresas familiares locais. Por isso, 78% das empresas têm a expectativa de expandir seus negócios já neste ano de 2021 – perspectiva maior que os 65% dos entrevistados no mundo.




O relatório também destaca que as principais prioridades das empresas familiares brasileiras para os próximos dois anos. Sendo assim, 87% delas querem investir em expansão e diversificação. Direcionar recursos para as  áreas de inovação e tecnologia também é prioridade para 85% dos entrevistados. Por outro lado, somente 35% planejam investimentos nas áreas de sustentabilidade e suporte às comunidades locais, mostrando que elas ainda não são prioridade para a maioria das empresas familiares brasileiras. 


 

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