Empresa de logística entra na mira da CPI da Pandemia

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Os senadores da CPI da Pandemia vão estudar so contratos da empresa de logística VTCLog durante o recesso. A percentagem foi dividida em frentes de trabalho distintas para que os documentos obtidos até cá durante as investigações possam ser analisados. 

A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), integrante da CPI da Pandemia, é quem vai apurar os contratos da empresa VTCLog com outras estruturas do governo, além do Ministério da Saúde. A CPI da Pandemia apura suspeita de esquema de propina em serviço da empresa para o Ministério da Saúde.

Com isso, a CPI aumentará seu escopo de investigação e analisará, também, contratos da VTCLog com outras estruturas ministeriais. Segundo integrantes da percentagem de questionário, há suspeitas de um esquema de pagamento de propinas no Ministério da Saúde com o envolvimento da empresa de logística. Em nota, a empresa nega qualquer irregularidade. 

A VTCLog faz secção do grupo empresarial Voetur, que, segundo o Portal da Transparência, já prestou serviços para superintendências estaduais do Instituto Brasiliano do Meio Envolvente (Ibama) e para a Instauração Alexandre de Gusmão, ligada ao Ministério de Relações Exteriores — que é o braço do Itamaraty na extensão de instrução.

Os senadores devem buscar por ramificações em outros contratos do governo durante a estudo dos documentos. O relator da CPI da Pandemia, Renan Calheiros (MDB-AL), confirmou à CNN que os contratos do grupo empresarial farão secção da novidade traço de investigação da percentagem de questionário na volta do recesso parlamentar em agosto. 

O que diz a VTCLog

Por meio de nota, a empresa de logística VTCLog negou irregularidades e afirmou que recebe as suspeitas com “indignação e repulsa”. 

“Nossos contratos com a Governo Pública foram todos precedidos de processos licitatórios devidamente transparentes e durante esses 33 anos de atuação nunca fomos beneficiados por nenhum partido político. Trabalhamos para o nosso país! Não temos e nunca tivemos vínculo com entes políticos. Nossos contratos são devidamente fiscalizados pelos fiscais designados, pelo controle interno e demais órgãos fiscalizadores”, diz a nota enviada à CNN

A VTCLog apresentou, na última quarta-feira (14), uma resguardo prévia à CPI da Pandemia. O documento, ao qual a CNN teve aproximação, tem 52 páginas com reprodução do contrato, ofícios e parecer.

A empresa de logística tenta provar a regularidade do contrato entre a empresa e o Ministério da Saúde e descartar “favor financeiro irregular” ou intermediação por secção do líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP-PR). O parlamentar do PP também é mencionado em suspeitas de propina no caso Covaxin, denunciado pelo deputado Luis Miranda (DEM-DF). 

“A empresa nunca teve qualquer favor na gestão de nenhum governo e tampouco teve qualquer envolvimento com o logo ministro da saúde, Ricardo Barros. Inclusive, na gestão em questão, enfrentou sérias dificuldades para receber pelos serviços prestados à estação, sendo necessário até mesmo ajuizar ação de cobrança no TRF1”, continua a nota.

A VTCLog reafirma que não há desvios de numerário, irregularidades e pagamentos indevidos a qualquer ente público e se coloca à disposição para quaisquer esclarecimentos. 

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