Do 1.0 ao 11 | Veja uma vez que o Windows evoluiu a cada geração

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Pensar em “PC” leva a maioria das pessoas a, quase que maquinalmente, pensar em Windows. O sistema operacional da Microsoft, que teve sua primeira versão liberada em 1985, passou por inúmeras renovações e atualizações até inferir o estágio avançado em que está hoje — mais encantador, intuitivo e útil do que nunca.

O Microsoft Windows, nome formal para a família de sistemas operacionais, não surgiu exatamente uma vez que um SO, mas uma vez que um software de interface gráfica complementar ao MS-DOS — nascente, de roupa, o primeiro sistema da companhia. Para atingir o estágio de sinônimo para computador, os desenvolvedores percorreram uma longa estrada — repleta de erros, acertos e obstáculos.

Windows 1.0

A história começa antes dele, no MS-DOS. Em 1981, a Microsoft iniciou o desenvolvimento de um software de interface gráfica, que posteriormente veio a se tornar o Windows. Quando finalmente lançado, em 20 de novembro de 1985, o Windows 1.0 era somente um software de interface bidimensional para facilitar o uso do sistema operacional de computadores IBM da era.

Janelas não podiam ser sobrepostas no Windows 1.0 (Imagem: Reprodução/Wikipédia)

Foi a primeira vez que a Microsoft tentou emplacar um sistema com suporte a multitarefas. Para instalar o Windows 1.0, era necessário um computador com “espantosos” 256 KB de RAM, um disco rígido (alguma coisa não tão geral na era) e o MS-DOS 2.0 ou mais recente. Nele, estavam as primeiras versões de programas muito populares atualmente, uma vez que o jogo Reversi, o Conjunto de Notas e o Paint. Softwares complementares, uma vez que Calendário, Relógio e apps de informação, também estavam presentes.

De todas as novidades do software, talvez uma das mais importantes tenha sido o suporte ao mouse. Usuários não precisavam utilizar um PC com linhas de comandos, e nascente foi um dos primeiros sinais de que a disputa com a Apple seria ferrenha. Um ano antes do lançamento, o System 1, segmento da família dos sistemas operacionais Macintosh, deram utilidade ao periférico (inclusive, com softwares de treinamento). Portanto, não era uma soma inédita para o mundo.

Windows 2.0

A maior atualização do software, o Windows 2.0, chegou em 1987 e seguia a mesma proposta de ser um complemento com interface gráfica para o MS-DOS. A maior novidade? Sobreposição de janelas, recurso indisponível na versão anterior.

Sobreposição de janelas e novas cores eram as maiores novidades do Windows 2.0 (Imagem: Reprodução/Wikipédia)

A flexibilidade permitia que o usuário maximizasse e minimizasse uma janela, tal qual uma vez que é a função atual. Na era, o Windows 2.0 era transportado em até nove disquetes de subida densidade (316 KB). A interface era praticamente a mesma, mas novas cores, ferramentas e recursos davam um ar de renovação ao update.

Windows 3.x

Três anos depois, o Windows 3.0 foi lançado. Foi o primeiro sucesso da Microsoft em interface gráfica — que ainda rodavam sobre o MS-DOS. Dessa vez, no entanto, era ainda mais evidente que a competição com a Apple era o foco.

Cores foram embora e um visual apegado ao 3D deram ao Windows 3.0 um tom mais sóbrio (Imagem: Reprodução/Wikipédia)

Com ele, os computadores tinham um novo visual, suporte a drives de CD e placas de som, e a primeira versão do tão sabido jogo Paciência. Para isso tudo, eram ocupados volumosos 5 MB do armazenamento do computador (uma grande coisa para a era).

Windows 95

Foi no Windows 95 que a Microsoft abriu mão do MS-DOS para colocar a interface gráfica em primeiro projecto no sistema operacional. A clássica edição do SO foi lançada em agosto de 1995 e era totalmente novidade, significativamente dissemelhante das versões anteriores.

O Menu Iniciar finalmente deu as caras, já ao lado da barra de tarefas, ambos presentes até os dias de hoje. Arquivos podiam ter nomes de até 255 caracteres. Foi nessa edição, também, que o Internet Explorer apareceu. Ele não era instalado por padrão, mas era segmento de um pacote de atualização chamado Plus.

Windows 98

Seguindo a janela de atualização de três anos, o Windows 98 foi lançado em 1998. Os avanços foram diretamente relacionados ao Windows 95, mas não foram lá tão significativos.

Windows 98 não introduziu grandes novidades, mas consolidou a visão da Microsoft para o porvir do sistema operacional (Imagem: Reprodução/Wikipédia)

Surgiu o suporte a dispositivos USB e múltiplos monitores. O Internet Explorer deixou de ser suplementar e passou a ser o navegador nativo do Windows, colocando a Microsoft em pé de guerra com o Netscape. Depois dele, a versão batizada de Windows 98 Second Edition (SE) corrigiu vários bugs, mas não introduziu muitas novidades.

Windows ME

Posteriormente, a sequência numérica foi substituída pelo ME, acrônimo para Millenium Edition, na versão do Windows lançada em 2000. O software introduziu algumas melhorias menores ao sistema operacional, e oferecia um boot mais rápido que os anteriores, mas ele não contava com retrocompatibilidade com os programas baseados no MS-DOS, que ainda eram fundamentais para os usuários.

Windows ME não foi muito visto pela comunidade, mas não durou muito no mercado (Imagem: Reprodução/Wikipédia)

As impressões dos consumidores sobre o sistema era de que ele era falho e instável, e seu lançamento foi quase imperceptível — e provavelmente apressado. Naquele ano, a Apple anunciou uma versão do Mac OS X; com receio de perder espaço, a Microsoft se antecipou e liberou o Windows ME. Sua presença não durou muito tempo, já que logo no ano seguinte ele foi substituído pelo queridinho universal, o Windows XP.

Windows XP

Em 2001, a Microsoft botou no mundo o Windows XP. A {sigla} XP é derivada da vocábulo “eXPerience”. Uma das suas principais diferenças estava na interface — totalmente retrabalhada nessa versão. Foram embora os formatos quadrados e efeitos tridimensionais em tons de cinza, e uma paleta novamente colorida tomou o seu lugar.

O Windows XP voltou com as cores e introduziu a alternância de usuários sem fechar programas (Imagem: Reprodução/Wikipédia)

A velocidade do sistema era significativamente superior, até na inicialização. O suporte a componentes foi melhorado e a alternância de contas entre usuários finalmente se tornou um padrão.

Windows Vista

Caminhando para as versões mais recentes do Windows, o Vista foi um dos fiascos mais conhecidos da Microsoft. Visualmente, ele era totalmente novo, graças à novidade interface gráfica conhecida uma vez que Windows Aero. O sistema operacional foi lançado cinco anos posteriormente o Windows XP, em janeiro de 2007.

O fiasco do Windows Vista fez muitos usuários retornarem para o Win XP até o lançamento do Win 7 (Imagem: Reprodução/Wikipédia)

No Vista, a Microsoft queria emendar um dos defeitos mais criticados do predecessor: a segurança. Infelizmente, porém, ele não era impecável, e ainda continuava com falhas encontradas na edição anterior.

O sucessor do XP era visto uma vez que pesado, de conformidade com os requisitos mínimos da era. Problemas técnicos e termos de licenciamento mais restritivos também fizeram a mídia e os usuários encararem mal a atualização.

Windows 7

Dois anos depois, em 2009, o Windows 7 chegou à sarau. Com o mesmo Windows Aero na interface, ele era uma versão infinitamente mais refinada que o Vista, mas sem grandes ambições ou promessas. O foco era ser mais limpo, eficiente e prático de usar — pontos importantes destacados uma vez que falhas no predecessor.

Windows 7 se tornou o sistema mais popular da Microsoft rapidamente e manteve esse título até a consolidação do Windows 10 (Imagem: Reprodução/Wikipédia)

Foi um sucesso estrondoso na era. Mais de 100 milhões de cópias foram vendidas em todo o mundo — valor que chegou a 630 milhões a julho de 2012. Até 2018, ele foi considerado o sistema operacional mais popular da série, até que perdeu sua posição para o Win 10 (que falaremos mais a frente).

Windows 8

Se a Microsoft tinha um vício de intervalar entre erros e acertos, o Windows 8 foi mais uma comprovação desse ciclo. O sistema operacional apostava em uma pegada mobile para os computadores, em uma tentativa da Microsoft de unificar as experiências entre PC e os portáteis.

O Windows 8 introduziu a uniformização de experiências entre dispositivos, mas a retirada de recursos clássicos não agradou todo mundo (Imagem: Reprodução/Wikipédia)

Não deu muito perceptível, mormente porque a Microsoft abandonou características muito queridas pelos usuários. O Menu Iniciar perdeu a sua disposição mais simples para tomar toda a tela sempre que fosse descerrado. O Aero, visual dos Windows 7 e Vista, também foi deixado para trás, o que deixou a comunidade muito desapontada.

Windows 8.1

Não demorou muito até que a Microsoft corresse detrás de um paliativo. O Windows 8.1, uma das maiores atualizações do SO, serviu nesse processo e trouxe de volta o botão Iniciar, colocou a dimensão de trabalho uma vez que tela padrão posteriormente a inicialização e a exibição de aplicativos, antes limitados somente a dois por vez, foi ampliado para quatro.

Windows 10

Daí, para concretizar os acertos, chegou o Windows 10 em 2015. A Microsoft apostou firme no sistema operacional, tanto que encorajava usuários dos Windows 7 e 8 a migrarem com uma atualização gratuita. Ele melhorou a interface Windows Metro, consolidou a recuperação do Menu Iniciar em sua totalidade (mas modernizado) e proporcionou uma experiência deleitável tanto para usuários de mouse e teclado quanto telas sensíveis ao toque.

O Menu Iniciar passou a ser mais familiar, mas passou por transformações visuais ao longo das atualizações do Windows 10 (Imagem: Reprodução/Microsoft0

O Microsoft Edge também chegou com ele uma vez que segmento do pacote (embora tenha fracassado por anos, até incorporar o motor do Google Chrome). A Medial de Ações e notificações, soma de aplicativos e uma pegada muito mais amigável com web apps preservaram a visão unificada entre mobile e desktop da Microsoft, mas sem que isso impactasse na experiência dos usuários.

A evolução do Windows 10 seguiu uniforme. A Microsoft não tratava mais seu sistema operacional uma vez que um resultado, mas uma vez que um serviço. Duas vezes ao ano, a marca liberou pacotes de atualizações massivas para renovar a experiência (do visual ao funcional) e muita coisa mudou desde o lançamento.

Windows 11

Para finalizar a sarau (por enquanto), o Windows 11 chegou de surpresa em um pregão em junho de 2021. O sistema operacional seria mais uma enorme renovação da família Windows, incluindo novo visual, funcionalidades, uma abordagem mais amigável com o Linux (incluindo suporte a apps de Android) e muito mais.

O Windows 11 renova mais uma vez o Menu Iniciar e retrabalha o visual do Windows com cantos arredondados, tons mais claros e efeito de transparência (Imagem: Divulgação/Microsoft)

Ainda assim, o lançamento passou por certas dificuldades. Fantasmas anteriores, uma vez que as exigências elevadas de requisitos mínimos, se tornaram um problema logo posteriormente o pregão. O sistema, entretanto, parece mesmo uma evolução direta do predecessor e se mostra capaz de quebrar o ciclo de um acerto seguido de um erro da gigante em termos de mudanças de versão.

Menções importantes

Ao longo do processo evolutivo do Windows, a risca principal de sistemas operacionais não foi a única a simbolizar as ideias da Microsoft. O Windows Phone e as versões do SO destinadas a servidores também tiveram participação crucial no propagação da companhia em expertise e em popularidade. No Brasil, por exemplo, o software da empresa que embarcava celulares era muito geral, já que a obreiro Nokia fazia bastante sucesso entre os brasileiros.

Outrossim, a presença da Microsoft uma vez que uma empresa desenvolvedora de software mudou muito ao longo da sua tragetória. A empresa cresceu e revisou conceitos importantes a cada viradela e troca de CEO. Quando a liderança de Satya Nadella começou, a marca começou a focar em apps para smartphones e uma integração mais íntima entre portátil-computador.

Demais, games e o ecossistema Xbox também viveram segmento dessa evolução, e atualmente, o PC é segmento viva do segmento de games da Microsoft. O grande suporte da companhia às distribuidoras, somado a imensa popularidade do sistema operacional, consolidaram o Windows uma vez que um lar para gamers de computador.

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