Dicas básicas para a proteção de dados durante o desenvolvimento de softwares

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Um envolvente de desenvolvimento de software deve ser seguro. Por fim, com o compartilhamento de informação na internet e entre dispositivos cada vez mais frequente no cotidiano, zelar pela segurança da informação das aplicações é fundamental — basta lembrar que o ataque a computadores, tablets e smartphones é cada vez mais geral.

Isso pode parecer óbvio, mas nem sempre todas as medidas necessárias são adotadas na geração dessas ferramentas. Isso naturalmente pode comprometer o resultado — mesmo nos programas mais simples.

Por isso, a segurança do dedo deve estar presente desde a elaboração do software até depois de sua implementação: essa é a melhor forma de prometer que o usuário terá um programa protegido. “Essa preocupação é necessária porque a desenvolvedora pode ser uma potencial porta de ingresso para criminosos em larga graduação”, diz Daniel Barbosa, profissional em segurança da informação e pesquisador da ESET Brasil. “Portanto, é forçoso que elas tenham a consciência da urgência do desenvolvimento seguro.”

Imagem: Reprodução/Elements/wutzkoh

É preciso lembrar que quanto mais se cuida da segurança da informação durante a geração de aplicações, mais confiável é o resultado final. E, em mercados cada vez mais competitivos, a segurança de um programa pode ser responsável por seu sucesso. “Os aspectos relacionados à segurança no desenvolvimento são obrigatórios. Não é uma lista para verificar o que a empresa tem, são pontos que necessariamente precisam fazer segmento do envolvente de geração de software.” Quando uma solução é confiável, o ativo mais importante do mundo do dedo, a informação, fica resguardado.

A qualidade de um sistema pode ser medida de diferentes maneiras. Entre as características de uma boa instrumento, é provável referir: firmeza, confiabilidade, inferior nível de falhas e atualizações constantes. A definição de melhores práticas a serem seguidas pela equipe de desenvolvimento vai prometer a elaboração de soluções mais seguras. Confira os pontos a serem considerados.

Transferência e armazenamento de dados

Esse vista é crucial. A troca de informações pode ser mais confiável quando feita com certificado do tipo PCI–DSS (Payment Card IndustryData Security Standard, o padrão de segurança de dados usado na indústria de pagamento por cartão). Com ele, a confidencialidade da operação é feita com métodos sofisticados de criptografia.

Rotinas de verificação de pacotes de dados podem ajudar a aumentar a integridade e a autenticidade das informações. Dessa forma, tanto o remetente quando o destinatário ficam seguros de que a conexão usada no processo é 100% segura e de que a tomada e o roubo de dados sensíveis serão evitados.

Imagem: Reprodução/Elements/Rawpixel

Outrossim, o uso da nuvem precisa ser feito de forma adequada. Quando for necessário usar um drive para a transferência de arquivos, é importante que ele seja da empresa, com autenticação adequada e VPN estabelecida. “Um drive do Google, do Dropbox ou do Mega não é inseguro, mas certamente não é a melhor opção”, lembra Barbosa. “Uma vez que são gratuitos, o usuário fica à mercê dos termos de uso. Eles podem manifestar, por exemplo, que os dados que trafegam naquele envolvente podem ser usados pelo provedor.”

Envolvente de desenvolvimento seguro

Além da segurança do dedo do envolvente, é importante ter um sítio sem vulnerabilidades físicas. O chegada às áreas destinadas à geração de sistemas deve ser controlado. Outrossim, os servidores devem ser mantidos isolados para prevenir que sejam usados por pessoal não autorizado.

Durante a pandemia, com muitos desenvolvedores trabalhando em lar, é forçoso proteger o envolvente doméstico. “Pelo menos o computador usado pelo profissional precisa ter antivírus, criptografia e informação protegida”, diz Barbosa. “Nos escritórios, a proteção física evita o roubo de equipamentos e informações: podem ser câmeras, cabos para prender o notebook na estação de trabalho, criptografia para impedir o chegada ao teor do disco rígido e outros recursos que ajudem a evitar a perda de material.”

Técnicas seguras de geração

Independentemente do método de trabalho escolhido pela equipe (porquê metodologias ágeis ou tradicionais), ele deve ser ajustado para que a segurança seja reforçada. Assim, sempre que verificar um código, o engenheiro de software precisa buscar possíveis falhas que possam comprometer a segurança do dedo.

A mesma atenção deve ser dada ao tamanho das memórias e das coleções de software para não comprometer a experiência do usuário. Outrossim, durante o desenvolvimento, erros devem ser identificados e solucionados rapidamente.

É muito importante, ainda, se constatar às técnicas de validação de ingresso e de saída, ao tratamento de variáveis e à criptografia. “Os códigos devem ser concebidos com isso em mente para que as interações, com o usuário ou com a rede, não aconteçam de forma inadequada nem levem à exposição de informações ou deem chegada a alguma coisa que não deveriam”, destaca Barbosa. “Quando esses pontos não são contemplados, pode ter vulnerabilidades.”

O profissional explica que um dos erros mais comuns é o não tratamento de ingresso ou de saída. “Se a interação do usuário com o software não está configurada adequadamente, pode permitir uma ingresso dissemelhante da esperada, que será usada para sobrescrever segmento do código. Isso pode, eventualmente, fazer a emprego executar uma função criada pelo criminoso.”

Revisão de brechas no código

Uma vez que tentativas de roubo de dados são cada vez mais comuns, é preciso investir em prevenção. Isso inclui a revisão do código, que pode ser feita de forma automatizada ou pela equipe de segurança do dedo da empresa, o uso de modelos de prenúncio para guiar os desenvolvedores e a realização de ataques tradicionais para verificar a confiabilidade do sistema.

Imagem: Reprodução/Elements/martinholverda

Uso de indicadores de desempenho

Indicadores-chave de desempenho (Key Performance Indicators – KPIs) são usados para julgar a atuação da equipe durante o projeto. Com eles, os profissionais podem compreender seu progresso no estágio de novas técnicas. Já para o gerente, os KPIs são uma forma de medir o conhecimento e o desempenho dos colaboradores.

No segmento de segurança do dedo, os indicadores permitem definir padrões de proteção. Assim, é provável procurar novos métodos para evitar as ameaças mais comuns, porquê vírus e injeções de SQL. “Os desenvolvedores devem ser capacitados e estar cientes da urgência do desenvolvimento seguro”, reforça Barbosa.

Definição de ciclo de desenvolvimento seguro

O ciclo de desenvolvimento seguro (Security Development Lifecycle – SDL) envolve o uso de diversos produtos e atividades, porquê a verificação dos processos da empresa, para gerar sistemas seguros. O SDL tem sete etapas:

  • Treinamento: todos os integrantes da equipe devem ser treinados sobre os princípios e as tendências mais modernos de segurança e privacidade.
  • Requerimentos: é fundamental que os recursos que permitem prometer a segurança e a privacidade do usuário estejam presentes. Outrossim, é crucial ter um sistema de rastreamento de falhas para a solução rápida de problemas.
  • Design: é usado para examinar a superfície de ataque da emprego e gerar um protótipo com as principais ameaças.
  • Implementação: o código deve ser criado com técnicas de programação defensiva e padrões que reduzem a chance de ter vulnerabilidades.
  • Verificação: é a lanço de teste, verificação do código e inspeção da documentação. Pode ser feita com o uso de ferramentas automatizadas ou por profissionais externos.
  • Lançamento: é importante preparar a equipe de suporte para resolver problemas. Os responsáveis por incidentes mais sérios devem estar preparados para minimizar os danos da forma mais rápida provável.
  • Resposta: falhas encontradas depois a distribuição do sistema devem ser identificadas e resolvidas.

Barbosa destaca, ainda, que é importante escoltar entidades que definem padrões de segurança, porquê a Mitre Corporation e o Projeto Crédulo de Segurança de Aplicações Web (Open Web Application Security Project – Owasp). Elas servem porquê guia para a programação segura.

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