Dez por cento dos negócios migraram para internet

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Um em cada 10 donos de pequenos negócios de Minas Gerais decidiu fechar definitivamente seu estabelecimento físico durante a pandemia e atuar exclusivamente na internet para divulgação e vendas, de congraçamento com a pesquisa Marketing Do dedo nos Pequenos Negócios, realizada pelo Sebrae Minas.

O estudo mostra ainda que metade dos empreendedores acredita que usar a internet para propalar ou vender seus produtos e serviços foi forçoso para a sobrevivência do negócio ao longo do último ano. O levantamento ouviu 1.160 proprietários de pequenos negócios entre os dias 8 e 20 de maio.

De congraçamento com a pesquisa, seis em cada 10 empreendedores divulgam ou vendem pela internet, enquanto dois em cada 10 realizam essas atividades exclusivamente nos meios digitais. “Labareda a atenção o indumentária de murado de um terço dos empreendedores ainda não utilizar a internet para propalar ou vender”, aponta a crítico da Unidade de Perceptibilidade Empresarial do Sebrae Minas, Paola La Guardia.

O levantamento também mostra que 43% dos empreendedores já utilizavam a internet para divulgação e 38% para vendas antes da pandemia, e que 20% e 19% começaram a usar a internet para propalar e vender, respectivamente, em seguida a decretação das medidas de isolamento social.

As mulheres utilizam mais o marketing do dedo: 71%, contra 62% dos homens. “Antes da pandemia, as mulheres já utilizavam mais a internet do que os homens para divulgação e, durante a pandemia, elas aderiram mais ao marketing do dedo”, complementa Paola La Guardia.

O uso do marketing do dedo pelos empreendedores aumenta conforme a idade diminui. Entre os mais jovens, com até 30 anos, 70% divulgam ou vendem pela internet e 26% promovem e comercializam seus produtos e serviços exclusivamente pela web. Já entre os empreendedores com 51 anos ou mais, esses percentuais são de 58% e 16%, respectivamente.

Por porte, os MEIs são os que mais utilizam a internet uma vez que meio individual para promover e comercializar seus produtos e serviços (24%). Esse percentual é de 17% e 15% para micro e pequenas empresas, respectivamente.

Já entre os setores, o que menos está utilizando a internet para o marketing do dedo é a Construção Social. Muro de metade (47%) dos estabelecimentos desse setor não usam a web nem para propalar nem para vender. Já o Transacção é o setor mais atuante no marketing do dedo (71%).

Aprimoramento e limitaçõesA maioria (69%) dos empreendedores que já divulgavam pela internet antes da pandemia afirma que melhoraram suas estratégias ou intensificaram o uso da web para esse propósito nesse período. Dentre os que já vendiam pela internet, 43% afirmaram que suas vendas pela internet aumentaram durante a pandemia.

88% dos que realizam marketing do dedo estão satisfeitos com os resultados da digitalização dos seus negócios, principalmente por conta do aumento das vendas, resultado indicado por 58% deles, e pela ampliação significativa da atuação em novos mercados, de congraçamento com 52%.

“Outro ponto interessante da pesquisa é que pouco mais da metade (56%) dos empreendedores afirma ter pelo menos alguma dificuldade para tomar decisões em relação ao marketing do dedo, sendo que 25% assumiram ter dificuldade mediana e 11% muita dificuldade”, destaca Paola La Guardia.

Somente 33% dos empreendedores afirmaram não ter dificuldades sobre o ponto e 11% nunca precisaram tomar decisões nessa espaço. Segundo a pesquisa do Sebrae Minas, as maiores dificuldades dos empreendedores estão relacionadas à estratégia de divulgação: o que propalar, uma vez que propalar e em quais canais.

Apesar de reconhecerem que não possuem muito conhecimento sobre o ponto, murado de metade dos empreendedores que praticam o marketing do dedo (54%) afirmam que eles próprios lidam diretamente com as decisões e dificuldades relacionadas a essa atuação.

Números da pesquisa

• 50% dos entrevistados afirmam que o marketing do dedo foi fundamental para a sobrevivência dos negócios na pandemia

• 65% divulgam ou vendem pela internet

• 21% estão realizando essas atividades exclusivamente pela internet

• 43% dos que já vendiam antes pela internet aumentaram as vendas pela web durante a pandemia

• 69% daqueles que já divulgavam pela internet antes da pandemia afirmam que melhoraram suas estratégias ou intensificaram o uso da web para esse propósito nesse período

• 35% ainda não utilizam a internet para propalar nem para vender

• 71% das mulheres divulgam ou vendem pela web, contra 62% dos homens

• 70% dos empreendedores com até 30 anos divulgam ou vendem pela internet e 26% deles realizam essas ações exclusivamente pela web

• Entre os empreendedores com 51 anos ou mais, esses percentuais são de 58% e 16%, respectivamente.

Marketing do dedo ajuda a erguer vendas

A paralisação de diversas atividades durante a pandemia levou muitos empreendedores a descobrirem, no envolvente virtual, uma selecção para chegar ao cliente de forma segura e eficiente. As sócias da clínica Belle Vie Biomedicina Estética, que mantêm duas unidades em Belo Horizonte, enxergaram as oportunidades oferecidas pelo marketing do dedo e têm colhido bons frutos.

Cristina Souza, uma das sócias da clínica fundada em 2017, conta que elas começaram a se interessar pelas redes sociais em julho de 2020, uma vez que forma de mourejar com as restrições impostas pelo isolamento social. A partir de portanto, buscaram se capacitar para apurar as estratégias de divulgação e vendas pela internet. “O marketing do dedo foi o investimento que mais nos ajudou durante a pandemia. Hoje, o número de seguidores já chega a quase 20 milénio no Instagram e 70% do nosso faturamento vêm dos clientes que nos conheceram através das ações on-line”, destaca.

Para utilizar melhor as redes sociais para os negócios, as empresárias buscaram orientação especializada. “A partir de determinado momento, percebemos que o número de seguidores no Instagram não crescia mais e, no início de 2021, decidimos buscar ajuda no programa ALI, do Sebrae Minas. Participamos de várias capacitações que abriram nossos olhos para as oportunidades oferecidas pelo envolvente do dedo e, dali em diante, decolamos”, explica Cristina Souza.

Paralelamente, as empreendedoras investiram em uma consultoria de marketing do dedo, o que possibilitou aumentar as ações de divulgação, a oferta de pacotes promocionais e a geração de campanhas e vendas, que, em conjunto, reforçaram o engajamento em torno da página. Outrossim, contrataram uma recepcionista, que se encarregou também do atendimento mais subitâneo aos clientes, realizado por meio de canais uma vez que o WhatsApp.

Segundo Cristina Souza, as ações têm oferecido bons resultados. Antigos clientes têm retornado e outras pessoas têm se interessado em saber o serviço que elas oferecem. Um levantamento recente revelou por exemplo, que a maioria dos novos clientes têm desvelado a clínica por meio dos canais digitais.

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