Crise sanitária acelera investimentos em tecnologia na extensão da saúde

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Que a pandemia do coronavírus mudou a forma pela qual nos relacionamos e realizamos atividades da rotina, isso é inegável. Mas ela também evidenciou um mercado que estava em franco processo de propagação e transformação: o da saúde. Com a crise sanitária provocada pelo coronavírus, o investimento em modelos inovadores de negócios ganhou mais força em um cenário em que as pessoas estão cada vez mais cautelosas com a saúde. Entre as empresas que mais se destacaram estão as do ramo de tecnologia – as startups de saúde.

Também chamadas de healthtecs, essas plataformas que oferecem recursos porquê telemedicina, prontuário eletrônico, assinatura do dedo entre outros serviços de forma eletrônica. Tudo porquê forma de agilizar os processos de consulta, avaliação de paciente e pedidos de exames sem a premência de o paciente se locomover até um hospital ou uma clínica médica. Segundo um levantamento do Província Healtech Report, em 2021 o Brasil chegou ao número de 542 startups de saúde. O Número é 118% superior ao registrado antes da pandemia, quando o País possuía somente 248 aplicativos com essa finalidade.

Só o estado de São Paulo centraliza grande segmento das healtchtechs brasileiras – 43% do totalidade. Algumas delas estão em Rio Preto. A exemplo da Chamou Doutor, startup idealizada no final do ano pretérito e que passou a funcionar em abril deste ano. Segundo o empresário Rafael Beolchi, sócio da startup, a plataforma oferece serviços porquê telemedicina e agendamento de exames sem o paciente precisar se locomover a um consultório médico.

Segundo o empresário, as startups tiveram grande relevância durante a pandemia, já que muitas passaram a funcionar porquê catalizadores para apressar a recepção dessas alternativas tecnológicas, já que trabalham com grande dinamismo.

“Neste período de pandemia, instituições tradicionais de saúde recorreram a soluções criadas por startups para conseguirem implementar ferramentas tecnológicas que atendessem aos seus pacientes de forma remota”.

A plataforma pode ser acessada por meio de totens instalados em farmácias. Atualmente, são seis totens disponíveis na cidade. Rafael explica que somente em junho foram 100 atendimentos realizados pela plataforma. A expectativa é de que o serviço esteja disponível em 20 estabelecimentos no final do terceiro trimestre, gerando um tanto em torno de milénio atendimentos.

“O período de pandemia vem servindo para validar diversos serviços e dispositivos oferecidos por healthtechs, demonstrando que, realmente, vieram para permanecer e seguirão fazendo segmento, cada vez mais, do dia a dia das pessoas, acrescentando maior facilidade de aproximação, prontidão e comodidade no desvelo à saúde.”

O atendente Fernando Ferreira, 33 anos, foi uma das pessoas que testou o novo protótipo de atendimento. Ele diz que precisava fazer um ‘check up’ e recorreu ao teleatendimento devido à dificuldade de agendar uma consulta no SUS. “É bastante prático, você não precisa fazer agendamento com antecedência porque são vários horários disponíveis”, conta.

Houve o caso de empresas que também mudaram os processos durante a pandemia. Foi o caso da startup NanoChemTech Solutions. A healthtech foi criada em 2018, depois obter recursos de uma entidade de financiamento de pesquisas acadêmicas para desenvolver mecanismos para monitorar micro-organismos potencialmente patogênicos em ambientes hospitalares.

Mas com a pandemia, a empresa que nasceu para realizar pesquisa e desenvolver produtos começou a ser procurada para prestação de serviços dentro da extensão da saúde, afirma Gabriela Byzynski , CEO da startup.

“Essa prestação inicialmente foi para validação de eficiência microbiológica de novos produtos e equipamentos, desenvolvidos para controle microbiológico no envolvente, especificamente durante a pandemia”. Ainda segundo Gabriela, pouco tempo depois a startup também passou a ser procurada para estimar produtos e equipamentos em campo, ou envolvente real.

Foi preciso investir em espaço físico e novos equipamentos, além da premência de substanciar o time de microbiologistas. “Outrossim, ocorreu a atuação em novos mercados, porquê estudo microbiológica em ambientes, validação da eficiência microbiológica de produtos e equipamentos e parcerias em desenvolvimento de novos produtos para controle e atuação microbiológica, com intuito de facilitar na qualidade de vida da população”.

Mesmo empresas que não estão no ramo tecnológico inovaram os processos para se harmonizar à novidade premência do mercado. Em Rio Preto foi o caso da empresa Lutech, que atua no desenvolvimento de equipamentos e móveis para laboratórios. Desde a pandemia, a empresa registrou um propagação médio de 250% na procura por serviços, afirmou Ludimila de Marco, diretora mercantil.

Entre os produtos mais procurados estão equipamentos de proteção coletiva, porquê as cabinas de segurança biológica. Segundo Ludimila, a pandemia teve relação direta com o aumento da procura. “Muitos laboratórios precisaram de mais tecnologias e principalmente estrutura com equipamentos apropriados para prometer totalidade segurança, para facilitar tanto na realização dos testes e diagnósticos, porquê também nas pesquisas contra o coronavírus e desenvolvimento de vacinas”. Para dar conta da demanda, foi necessário investir em novos colaboradores, principalmente na extensão de produção e engenharia.

A pandemia também exigiu que a empresa inovasse no desenvolvimento de novos produtos. Um deles foi o AirSafe, um purificador de ar desenvolvido para ser utilizado em ambientes com profissionais da extensão de saúde que estão na risco de frente do combate ao coronavírus. O equipamento é desenvolvido exclusivamente para ambientes laboratoriais. Mas a empresa também possui um protótipo slim, que pode ser utilizados em comércios e ambientes empresariais que e atua na descontaminação e purificação do ar do envolvente, para varar desde fungos, bactérias e até vírus. “Conforme a ciência avança e novas tecnologias aparecem, as empresas acabam observando a premência de inovações que os ajudem a continuar evoluindo”.

“A pandemia enfatizou ainda mais a prestígio em investimentos na extensão de saúde e a melhor adequação em infraestrutura na extensão de pesquisa e desenvolvimento é de extrema premência para que novas tecnologias, além de serem elaboradas e criadas, sejam também facilmente acessíveis e úteis à população”, afirma Gabriela.

Felipe Nunes de Oliveira

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