Criptomoedas são tecnologias portadoras do porvir, diz professor da Poli-USP

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De pacto com um professor brasiliano, as criptomoedas são tecnologias portadoras do porvir. Aliás, a blockchain também será muito importante para o desenvolvimento nos próximos anos.

A asseveração é de Marcelo Zuffo, professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e membro do Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo (SEESP).

Com a espaço da computação cada vez mais solicitada no mercado brasiliano, o professor também acredita no potencial de outras tecnologias. Uma das áreas que se destacam portanto é a de Engenheiro da Computação, profissão mais ligada à tecnologia nas engenharias.

Criptomoedas são consideradas tecnologias portadoras do porvir por professor da Poli-USP

Em 2020, o mundo atravessou um dos maiores períodos de digitalização da história. Os investimentos em tecnologia, por empresas e governos, foram um dos maiores já registrados até cá.

Muito desse movimento tem relação com à COVID-19. A tecnologia, no entanto, ajudou as empresas a não pararem suas atividades em uma quadra de grandes limitações físicas.

Dessa forma, os profissionais que trabalham com a tecnologia hoje se tornam cada vez mais importantes. Um desses são os engenheiros da computação, profissão da qual Marcelo Zuffo é professor na Poli-USP.

Em entrevista ao SEESP, Marcelo disse que as tecnologias portadoras de porvir, em sua definição, deverão progredir muito nos próximos anos. Entre essas, destacam-se as criptomoedas, a tecnologia blockchain, a perceptibilidade sintético e a veras virtual.

Assim, todos os profissionais que esperam trabalhar com tecnologia devem se notar para essas tecnologias, ainda novas para muitos. A evolução dos estudos em computação, inclusive, é uma das tendências de um recente estudo do Fórum Econômico Mundial.

Lançado em 2018, o estudo afirma que as profissões de investigador de dados, especialistas em tecnologia da informação, redes sociais e negócio do dedo, terão muito espaço no mercado.

Para que isso realmente aconteça, o SENAI projetou em 2019 que o Brasil deverá formar pelo menos 10 milhões de profissionais até 2023.

Tesla comprou Bitcoin e mostrou adoção de empresas à tecnologia das criptomoedas

Muitos alunos poderiam ter dúvidas sobre as aplicações das criptomoedas em grandes empresas. Mas com a compra de Bitcoin pela Tesla, as aplicações da tecnologia ganharam muito destaque.

Além de comprar a maior criptomoeda do mundo uma vez que suplente de valor, a gigante montadora ainda afirmou que aceitará o Bitcoin uma vez que meio de pagamento.

Ou seja, a visão do professor da Poli-USP está alinhada com o mercado mundial, com grandes empresas aderindo às tecnologias por ele citadas. Aos alunos de computação, resta procurar aprender mais sobre esses mercados e aproveitar as oportunidades, que são vastas.

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