criptomoedas que estabilizam preço de forma descentralizada

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Stablecoins algorítmicas, também chamados de moedas baseadas em ativos ou moedas no estilo de senhoriagem, não são apoiados por colaterais. Em vez disso, eles visam atrelar o preço de um token ao seu nível meta usando algoritmos em masmorra que aumentam ou diminuem o fornecimento, ou compram e vendem tokens, de conformidade com as condições de mercado.

Em palavras simples, ele emite mais moedas quando o preço sobe e reduz a oferta quando o preço cai. Por exemplo, suponha que uma stablecoin vale US$ 1. Quando cai para US$ 0,80, um algoritmo reconhece o desequilíbrio entre a oferta e a demanda e define maquinalmente uma ordem de compra no mercado para puxar o preço para trás. Caso o preço fique supra de US$ 1, o algoritmo vende ativos para manter o preço no nível acordado.

Portanto, a epílogo última é, toda stablecoin baseada em algoritmos tem porquê função primal lastrar um suprimento circulante do próprio ativo. 

Dito isto, o que esperar desse mercado e quais os principais exemplos desse tipo de stablecoins.  Os principais modelos em termos de capitalização de mercado são atualmente Empty Set Dollar (ESD) e Ampleforth (AMPL).

O algoritmo do ESD é definido para manter seu preço firme em torno de 1 USDC que é uma stablecoin, que por sua vez é indexada ao dólar americano. A AMPL, por outro lado, está atrelada ao dólar dos EUA diretamente – com “rebases” diários para estabilizar o preço.

Basicamente, o algoritmo reduzirá o fornecimento de tokens se seu preço permanecer aquém do preço da moeda fiduciária pela qual era reservado (por exemplo, USD). Se o seu preço ultrapassar o fiat, tokens adicionais serão emitidos até que o preço volte a ser igual ou aquém do preço do fiat. Ampleforth (AMPL) é um protocolo de criptomoeda fundamentado em Ethereum com um fornecimento de circulação ajustado algoritmicamente.

Embora à primeira vista pareça que sistemas porquê estes sejam contra a volatilidade, a Ampleforth não tenta remover a volatilidade do sistema. Na verdade, por design, permite volatilidade. Os movimentos do preço-alvo são o principal mecanismo que envolve a política de fornecimento.

O protocolo ESD teria porquê meta uma taxa de suplente de 20-30%, inicialmente denominada em USDC. Essas reservas são financiadas em segmento pelo próprio protocolo, que vende ESD no mercado acessível quando a ESD está supra de um determinado preço-alvo, e também por titulares de ESD que desejam se desvincular do DAO (eles devem fazer um repositório nas reservas). Essas reservas de USDC são logo usadas para estabilizar o protocolo durante a contração, comprando maquinalmente ESD até que o requisito de suplente mínima seja conseguido. Comparativamente falando, o ESD serve mais à especulação que o AMPL.

O token AMPL recompensa os detentores com inflação quando a demanda é subida e força os detentores a serem financiadores de dívidas quando a demanda está baixa. aComo tal, é difícil ver porquê o AMPL pode servir a esse propósito especulativo e conseguir a segurança que é o objetivo de uma stablecoins.

Um ecossistema em incremento

As Stablecoins representam um dispositivo de inovação às indústrias tradicionais de pagamento e finanças em uma era econômica e tecnológica em evolução, onde as ofertas de produtos e sistemas financeiros por grandes empresas de tecnologia estão substituindo os serviços dos bancos convencionais. Por exemplo, a adoção em larga graduação do projeto Libra/Diem do Facebook pelo usuário poderia remodelar o cenário de pagamento do dedo e introduzir novos riscos para o sistema financeiro global, circulação de moedas fiduciárias soberanas e desafios para a política monetária.

Por isso tanta oposição dos organismos de controle monetário, tais porquê Banco Médio Europeu (BCE), o G20, o Federalista Reserve (Fed) e os demais bancos centrais ao volta do mundo que se manifestaram contra a iniciativa.

Mas, a discussão sobre a pertinência de moedas soberanas de bancos centrais (CBDC – na {sigla} em inglês) veio à tona e atualmente há diversos experimentos ao volta do mundo, porquê a CBDC chinesa, canadense e a discussão entrou em tarifa em diversos segmentos. Recentemente o presidente do Banco Médio do Brasil (Bacen) afirmou que há discussões sobre o lançamento de uma versão do dedo do real brasílio.

Mas perguntas sobre a pertinência das stablecoins algorítmicas permanece no ar. Elas podem realmente conseguir a viabilidade de longo prazo? As stablecoins algorítmicas sempre estarão sujeitas a ciclos extremos de expansão e contração? Qual protótipo é mais interessante: um protótipo simples de rebasing ou um sistema de “senhoriagem” com vários tokens (ou alguma coisa totalmente dissemelhante)?
 

Manadeira: DInSights

É importante notar, entretanto, que stablecoins algorítmicas são extremamente novas e esses projetos são posicionados porquê experimentos para aumentar e melhorar o espaço DeFi. Será interessante ver com o tempo porquê eles se ajustam a termo de atingir a meta de segurança algorítmica sem garantias ou dívidas para apoiá-la.
 

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