Covid: os primeiros resultados da reabertura em seis países – Idade Negócios

0
34
Links Patrocinados

Israel havia anunciado termo da obrigatoriedade das máscaras, mas medida foi revogada depois aumento nos casos (Foto: Getty Images via BBC)

Assinatura BBC topo (Foto: BBC)

O governo britânico suspende na próxima segunda-feira (19/7) todas as restrições impostas por culpa da pandemia de covid-19.

Com isso, deixam de vigorar quase todas as medidas de distanciamento social; não haverá mais exigência de uso de máscaras em grande secção dos espaços públicos; casas noturnas poderão reabrir; e limites a saudação de quantas pessoas podem se encontrar deixarão de vigorar.

A despeito disso, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, recomendou “cautela”, lembrando que a pandemia não acabou.

A previsão do governo é que a atual vaga de casos de covid-19 só chegue ao pico no Reino Uno em meados de agosto, causando de milénio a 2 milénio hospitalizações por dia — mas com o número de novos casos diários podendo chegar a até 100 milénio —, o que levou alguns cientistas a criticar a estratégia de reabertura do governo.

O argumento pelo termo das restrições é que a vacinação, bastante adiantada no Reino Uno, criou uma “muro protetora” que permitirá ao sistema público de saúde (NHS, o SUS britânico) suportar novas ondas, afirmou o secretário de Saúde, Sajid Javid.

De qualquer modo, Johnson afirmou que, para que as restrições sejam abandonadas de vez, “temos de ter uma abordagem cautelosa”. “Não podemos simplesmente voltar instantaneamente, em 19 de julho, para a vida antes da covid-19”, declarou.

Alguns países também reverteram (ou estão em processo de volver) as restrições da pandemia — e os resultados são variados. Muitos foram forçados a voltar a impor restrições, diante de aumentos expressivos nos casos de covid-19.

Na contramão deles, o Brasil ainda mantém supino número de casos e mortes, em meio a uma vacinação lenta, tendo superado o totalidade de 540 milénio óbitos nesta semana.

Confira a experiência de seis deles até o momento:

Israel
Uma vez que um dos primeiros a vacinar sua população rapidamente, Israel começou a suspender as medidas restritivas ainda em fevereiro.

Em meados de junho, quando mais da metade dos israelenses adultos já havia tomado as duas doses da vacina, as pessoas foram autorizadas a desistir o uso de máscara e retomar a vida pré-pandemia — com a introdução totalidade de lojas, restaurantes, hotéis e cinemas.

No entanto, desde logo, os casos diários confirmados de covid-19 têm desenvolvido regularmente, muito por culpa da infecciosa versão Delta, altamente infecciosa. Foram 754 novos casos em 13 de julho, número mais supino dos últimos quatro meses (só para efeito comparativo, a média traste de novos casos diários no Brasil está em torno de 41 milénio no momento).

Ao mesmo tempo, autoridades israelenses afirmam que a quantidade de casos graves e hospitalizações tem se mantido baixa, possivelmente graças ao efeito protetor das vacinas.

Mas o aumento nos casos fez o novo governo do premiê israelense Naftali Bennett rever parcialmente a reabertura. Algumas medidas reimpostas incluem o uso obrigatório de máscaras em ambientes internos e a exigência de quarentena para todos os recém-chegados em Israel.

A obrigatoriedade de máscaras foi reanunciada somente dez dias depois de ter sido suspensa.

Holanda
Quando a vacinação decolava e o número de casos caía, no termo de junho, a Holanda iniciou sua reabertura. O uso de máscaras foi suspenso na maioria dos lugares, e jovens incentivados a voltar à vida cotidiana.

Desde logo, o número de casos explodiu, chegando ao nível mais supino desde dezembro — embora essa subida não tenha resultado em um aumento significativo de hospitalizações.

BBC Holanda precisou voltar a impor restrições à ocupação de restaurantes e bares (Foto: Getty Images via BBC)

Holanda precisou voltar a impor restrições à ocupação de restaurantes e bares (Foto: Getty Images via BBC)

Mas o revés nos números da pandemia — foram 10 milénio novos casos diários registrados no sábado pretérito, quantidade mais subida desde dezembro — fez com que o primeiro-ministro, Mark Rutte, pedisse desculpas pelo “erro” de ter suspendido as medidas de isolamento tão cedo.

Com isso, a Holanda voltou a impor restrições à ocupação de bares, restaurantes e casas noturnas — essas últimas voltaram a ser fechadas.

“Achávamos que seria verosímil (reabrir), mas na prática isso se mostrou impossível”, afirmou Rutte.

O site do governo prevê que as medidas restritivas continuarão a vigorar ao menos até 13 de agosto.

Coreia do Sul
Apontada uma vez que caso de sucesso, desde o início, no controle da pandemia, a Coreia do Sul foi um dos primeiros países a elaborar um projecto de reabertura.

Em junho, o país anunciou o projeto de permitir que pessoas vacinadas pudessem permanecer sem máscaras em ambientes externos, a autorizar pequenas aglomerações e relaxar nas restrições ao funcionamento de restaurantes.

Especialistas afirmaram, porém, que era aventuroso decrescer a guarda cedo demais, quando a maioria da população ainda não estava vacinada.

Atualmente, o país está em seu pior momento de toda a pandemia até agora.

Com recorde em número quotidiano de novos casos, o país voltou a ter medidas de distanciamento social na maior secção de seu território. Na capital, Seul, moradores foram proibidos de realizar encontros com mais de uma pessoa depois das 18h.

Com a versão Delta se espalhando rapidamente e o ritmo da vacinação reduzindo, a crédito da população sobre a habilidade do país em sustar o vírus sofreu um baque.

Suécia
Ao contrário do restante do mundo, a Suécia contou principalmente com a adesão voluntária às medidas de contenção da pandemia — o que a levou a ter os piores índices de covid-19 entre os países nórdicos —, embora tenha implementado também limites aos horários de funcionamento de restaurantes e de aglomerações em determinados lugares.

Algumas dessas restrições já foram relaxadas: estádios já permitem torcidas de 3 milénio espectadores, e limites aos horários de restaurantes foram suspensos em 1° de julho. Outras restrições deixaram de vigorar nesta quinta (15/7).

Desde a primavera no Hemisfério Setentrião, os casos têm derrubado continuamente na Suécia, o que é atribuído ao aumento da vacinação e à chegada do clima quente (quando as pessoas passam mais tempo em ambientes externos).

Com os temores pelo progresso da versão Delta, viajantes com fado ao país são obrigados a apresentar resultado negativo para covid-19.

BBC Sydney faz lockdown de duas semanas (Foto: AFP/GETTY IMAGES via BBC)

Sydney faz lockdown de duas semanas (Foto: AFP/GETTY IMAGES via BBC)

Austrália
Durante a maior secção do ano pretérito, os australianos desfrutaram da vida com poucas restrições: o uso de máscaras não era obrigatório, enquanto o país — com suas fronteiras fechadas — chegava a passar dias sem registrar nenhum caso de covid-19.

Quando havia surtos, autoridades rapidamente implementavam lockdowns para sustar as contaminações. Um exemplo ocorreu na cidade de Perth, que passou cinco dias de janeiro completamente fechada depois da detecção de somente um caso de coronavírus ali.

Agora, o progresso da versão Delta em Sydney, a partir de meados de junho, fez com que a maior cidade australiana fosse forçada a impor um confinamento, que deve vigorar ao menos até o final de julho.

Sydney está atualmente registrando mais de 100 casos por dia. O vírus tem se espalhado rapidamente — até mesmo durante as primeiras semanas do lockdown — em uma cidade desacostumada a restrições.

Autoridades afirmam que muitas pessoas descumpriram a obrigatoriedade de permanecer em vivenda e, por conta disso, as regras se tornaram mais rígidas.

Mas com mais de 90% da população não vacinada devido ao plebeu estoque do imunizante, estima-se que o retorno à normalidade ainda vá demorar.

EUA
Quando a vacinação avançou no país, muitos Estados americanos começaram a suspender suas restrições, retirando a obrigatoriedade de máscaras e permitindo a reabertura dos negócios.

Em junho, a Califórnia (o Estado mais populoso dos EUA) anunciou sua “grande reabertura”, enquanto Novidade York revogou quase todas suas restrições quando as taxas de vacinados passaram de 70%.

De modo universal, os casos têm permanecido em números baixos, embora algumas cidades e áreas com baixas taxas de vacinação tenham se tornado polos de disseminação. Novas infecções estão em menos de 10% do que eram no auge da pandemia, em janeiro — mas é bom ressaltar que os novos casos dobraram nas duas últimas semanas.

Agora, cresce a preocupação com a versão Delta, justamente a que tem predominado nas áreas pouco vacinadas. À medida que o ritmo da vacinação desacelera, alguns Estados estão recomendando que seus moradores continuem a usar máscaras, para se proteger da versão mais infecciosa.

Na cidade de Novidade York, caos aumentaram em quase um terço no pausa de somente uma semana — particularmente em bolsões com baixos índices de pessoas vacinadas.

As mortes também têm desenvolvido, mas não em ritmo tão supino. Autoridades estaduais afirmam que a grande maioria dos casos de hospitalização tem ocorrido entre não vacinados.

BBC footer (Foto: BBC)

Links Patrocinados

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui