Coronavírus hoje: Estudo indica subida taxa de mortalidade por covid-19 em pacientes cardíacos | Brasil e Política

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Pesquisa do Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) mostrou subida taxa de mortalidade hospitalar (42%) em pacientes com covid-19 que desenvolveram problemas cardíacos em decorrência dessa doença.

O estudo, publicado no jornal científico online IJC Heart & Vasculature, revelou também que 71% desses pacientes necessitaram de terapia intensiva durante a internação e 54,2% apresentaram lesões no músculo cardíaco.

A pesquisa identificou ainda, uma vez que fatores de agravamento do quadro médico e morte, a insuficiência cardíaca prévia, presente em 12,6% dos participantes da pesquisa, alterações no ecocardiograma (6%), síndromes coronárias agudas (5,7%) e arritmias (4,5%).

O estudo foi transportado pelo presidente do Parecer Diretor do Incor, Roberto Kalil Rebento, e pela pesquisadora Patrícia Guimarães. Intitulada CoronaHeart, a pesquisa foi feita com base na avaliação de 2.546 pessoas com idade média de 64 anos, internadas em 21 unidades hospitalares, de junho a outubro de 2020.

Uma das particularidades observadas no Brasil foi o risco aumentado de óbito em pacientes com qualquer tipo de cancro, devido à fragilidade do sistema imune. Esse oferecido é similar aos resultados de pesquisas na China, porém, não registrado em estudos do continente europeu.

Retorno de gestantes vacinadas ao trabalho presencial

A Câmara aprovou ontem, quarta-feira (6), um projeto de lei que prevê a volta de gestantes ao trabalho presencial posteriormente elas se imunizarem contra a covid-19. O texto altera a Lei 14.151/21, que garantiu o retiro da gestante do trabalho presencial com remuneração integral durante a pandemia, e segue para estudo do Senado.

O projeto sancionado é um substitutivo da relatora, deputada Paula Belmonte (Cidadania-DF) e garante o retiro somente se a gestante não tiver sido totalmente imunizada, ou seja, tenha se pretérito um prazo de 15 dias paós a segunda ração. Atualmente não há nascente critério. O empregador também tem a opção de manter a trabalhadora em teletrabalho com remuneração integral.

Se a opção for pelo retorno ao presencial, a empregada gestante deverá retornar ao trabalho nas hipóteses de fechamento do estado de emergência; posteriormente sua imunização completa; se ela se recusar a se vacinar contra o novo coronavírus, assinado um termo de responsabilidade; ou se houver monstro instintivo com recebimento da salário-maternidade nas duas semanas de retiro garantidas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

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— Foto: Getty Images

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