Confira calendário de pagamentos do 13º salário de aposentados do INSS – Negócios

0
33
Links Patrocinados

Com a sanção do Orçamento 2021, o presidente Jair Bolsonaro assinou o decreto que antecipa o pagamento do 13º dos aposentados, pensionistas e outros segurados do INSS. O pagamento será feito em duas parcelas, conforme publicado, nesta quarta-feira (5), no Quotidiano Solene da União (DOU).

O esquema de pagamento seguirá da seguinte forma: a primeira parcela, correspondente a 50% do valor, será paga juntamente com os benefícios de maio, entre os dias 25 de maio e 8 de junho, seguindo o calendário usual de depósitos do INSS. Já a segunda segmento será paga com os benefícios de junho, entre 24 de junho e 7 de julho. 

Calendários de pagamentos de maio e junho do INSS

Delonga na antecipação do favor

A medida, segundo integrantes do governo, deve injetar murado de R$ 52,7 bilhões na economia. Os recursos já seriam pagos aos aposentados e pensionistas no segundo semestre, mas a teoria é apressar esse processo diante da crise da Covid-19. Veja aquém o calendário de pagamento das duas parcelas para os aposentados.

A antecipação do 13º a aposentados e pensionistas chegou a ser prometida pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e pelo ministro Paulo Guedes (Economia) ainda em março, mas, por justificação do detença na sanção do Orçamento, a medida foi adiada.

A aprovação do Orçamento era necessária porque os gastos obrigatórios estavam sendo feitos de forma provisória na proporção de 1/12 por mês em relação ao estimado na proposta orçamentária, uma vez que autoriza a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Remunerar o 13º mais cedo que o habitual elevaria essa proporção.

Dessa forma, o verba para esses pagamentos já estava previsto nas contas do ano, mas, com receio de descumprir regras fiscais, técnicos do time de Guedes defenderam que a liberação aguardasse a sanção do Orçamento.

Orçamento 2021 sancionado

sanção do Orçamento foi oficializada no último dia 23 de abril. Neste ano, a previsão é de um totalidade de R$ 1,486 trilhão em despesas federais sujeitas ao teto.

Desse montante, o governo afirma que terá murado de R$ 87 bilhões em recursos discricionários, destinados a custeio da máquina pública e investimentos. Esse valor, menos de 6% do totalidade, acaba incrementado por emendas parlamentares.

governo afirma não ter risco de um shutdown -risco de paralisia em serviços públicos essenciais.

“Apesar de áreas não diretamente relacionadas ao enfrentamento do Covid ficarem no ‘osso’, é pouco provável um shutdown da máquina pública neste ano. O Executivo deverá ‘sobreviver’ em 2021 com montante de [despesas] discricionárias, sem emendas parlamentares, próximo ao patamar de R$ 90 bilhões pagos em 2020″, avalia o consultor de Orçamento da Câmara Ricardo Volpe.

A IFI (Instituição Fiscal Independente), órgão ligado ao Senado, porém, afirma que é ressaltado o risco de “shutdown” da máquina pública, pois calcula que o volume de despesas discricionárias, destinadas a custeio e investimentos, ficou em R$ 74,6 bilhões, o patamar mais inferior dos últimos anos. O montante engloba os valores disponíveis para os ministérios, sem considerar emendas parlamentares.

 



Quero receber conteúdos exclusivos sobre negócios



Links Patrocinados

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui