Combate à pandemia de Covid-19 mobilizou deputados no primeiro semestre – Notícias

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21/07/2021 – 20:11  

Com a perpetuidade da pandemia de Covid-19, os deputados aprovaram propostas para prosseguir no combate à doença, uma vez que a prioridade de compra de oxigênio para hospitais, incentivo a pesquisas, permissão para compra de vacinas por estados e municípios e a autorização para a fabricação desses fármacos em laboratórios veterinários.

Uma das primeiras propostas relacionadas ao combate ao vírus aprovada pela Câmara em fevereiro foi a Medida Provisória 1026/21, que facilita a compra de vacinas, insumos e serviços necessários à vacinação, com dispensa de licitação e regras mais flexíveis para os contratos.

Breno Esaki/Filial Saúde DF

Uma das propostas facilita a compra de vacinas; outra, permite a quebra de patentes

Pelo texto do relator, Pedro Westphalen (PP-RS), estados e municípios foram autorizados a comprar e impor as vacinas se a União não comprar doses suficientes para a vacinação dos grupos previstos no projecto de vacinação. A MP foi convertida na Lei 14.124/21.

Devido às condições especiais de competição entre os países para a compra de vacinas, a lei autorizou o uso de cláusulas especiais prevendo pagamento antecipado, inclusive com a possibilidade de perda desse valor; hipóteses de não penalização da contratada; e outras condições indispensáveis devidamente fundamentadas.

Quanto ao prazo para a Filial Pátrio de Vigilância Sanitária (Anvisa) conceder autorização para a importação e o uso de vacinas aprovadas por laboratórios internacionais, a lei passa de cinco para sete dias úteis.

Terras indígenas
Outra medida aprovada foi a MP 1027/21, que autoriza a Instalação Pátrio do Índio (Funai) a planejar e montar barreiras sanitárias em áreas indígenas com o objetivo de evitar o contágio e a disseminação da Covid-19 na população lugar. O texto foi convertido na Lei 14.160/21.

As barreiras sanitárias, que servirão para controlar o trânsito de pessoas e mercadorias em áreas indígenas, serão compostas de servidores públicos federais ou militares, que receberão diárias pagas pela Funai.

A medida substitui outra de texto semelhante (MP 1005/20) que vigorou até 31 de dezembro de 2020, quando acabou a vigência do Decreto Legislativo 6/20, que reconheceu o estado de calamidade pública.

Oxigênio para hospitais
Com o objetivo de facilitar o entrada ao oxigênio hospitalar, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1077/21, da deputada Dra. Soraya Manato (PSL-ES), que determina aos fornecedores de oxigênio priorizarem o atendimento integral da demanda da rede hospitalar pública ou privada durante a pandemia de Covid-19. A material está em debate no Senado.

O texto do relator, Sanderson (PSL-RS), isenta as empresas de pagarem multa contratual se deixarem de fornecer oxigênio a outros compradores ao priorizar o provisão da rede hospitalar.

A prioridade valerá durante a vigência da enunciação de situação de emergência de saúde pública feita pelo Ministério da Saúde em fevereiro de 2020.

Doação de leitos
Sancionado por meio do Projeto de Lei 1010/21, o Programa Pró-Leitos incentiva empresas a contratarem leitos clínicos e de UTI da rede privada de saúde em obséquio do Sistema Único de Saúde (SUS) para atender pacientes com Covid-19.

O projeto, do deputado Dr. Luiz Antonio Teixeira Jr. (PP-RJ), foi transformado na Lei 14.147/21.

Entretanto, do substitutivo do relator, Hiran Gonçalves (PP-RR), foi vetada a permissão para as empresas descontarem da base de cômputo do IRPJ os custos dos leitos doados.

Funcionários de hospitais
Com o objetivo de facilitar a contratação de pessoal para hospitais universitários sobrecarregados pela pandemia, a Câmara aprovou o Projeto de Lei Complementar (PLP) 266/20, do Senado, que permite o preenchimento de cargos efetivos do quadro permanente para a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). A material, relatada pelo deputado José Nelto (Pode-GO), foi transformada na Lei Complementar 180/21.

A Ebserh é uma empresa pública vinculada ao Ministério da Ensino e presta serviços gratuitos de assistência médico-hospitalar, ambulatorial e de espeque diagnóstico e terapêutico aos hospitais das universidades federais.

O projeto possibilita a contratação de pessoal uma vez que exceção à proibição determinada pela Lei Complementar 173/20.

Essa exceção foi concedida também a seis universidades federais criadas nos últimos anos por desmembramento de outras já existentes

Verba para vacinas
Por meio da MP 1004/20, a Câmara dos Deputados aprovou início de crédito imprevisto de R$ 2,5 bilhões para a participação do Brasil no consórcio internacional de vacinas Covax Facility, levado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e outras entidades. A MP, relatada pelo deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES), foi transformada na Lei 14.122/21.

A estimativa é que, até o término do primeiro semestre, o Brasil receba 10,6 milhões de doses de vacinas por meio do consórcio. A adesão do País ao Covax Facility foi viabilizada pela Lei 14.121/21, derivada da MP 1003/20.

A iniciativa Covax Facility pretende prometer uma produção mínima de muro de 2 bilhões de doses em 2021, com possibilidade de mais 1 bilhão de doses, a serem distribuídas a países com renda per capita baixa ou média.

Vacinação de gestantes
O PL 2112/21, do Senado, incluiu as gestantes no grupo prioritário para a vacinação contra a Covid-19. A material aguarda sanção presidencial.

O projeto, relatado pela deputada Luisa Canziani (PTB-PR), inclui ainda na prioridade as lactantes e aquelas que deram à luz recentemente (puérperas).

Pela proposta, crianças e adolescentes com deficiência permanente ou com comorbidade e adolescentes privados de liberdade também serão incluídos uma vez que prioritários no projecto de imunização. Essa medida, porém, depende de registro ou autorização de uso emergencial de vacinas no Brasil para pessoas com menos de 18 anos.

Outras propostas
Além das medidas diretamente relacionadas à saúde, a Câmara aprovou propostas para facilitar e melhorar o atendimento dos profissionais de saúde, agilizar a compra de equipamentos e insumos de uso médico, além de mudar regras para os setores de cultura e turismo.

Helton Ribeiro/Incra-SP

Projeto legalizado permite o uso de van escolar para transportar profissionais de saúde e doentes

Veículos de transporte escolar poderão ser usados uma vez que transporte mútuo de profissionais da saúde e de pessoas que necessitarem de atendimento médico. Isso é o que prevê o PL 2529/20, da deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC) e outras quatro parlamentares. A material está em debate no Senado.

Segundo o substitutivo do deputado Dr. Zacharias Calil (DEM-GO), a medida valerá enquanto as aulas presenciais estiverem suspensas durante o período da pandemia de Covid-19. No transporte, deverão ser observados os protocolos de segurança sanitária, seguindo-se, no mínimo, o distanciamento na adaptação dos passageiros e o uso de máscara individual e de álcool 70% ao entrar nos veículos e ao transpor deles.

Incentivo a pesquisas
Para estimular pesquisas relacionadas ao combate da Covid-19, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1208/21, do deputado Carlos Jordy (PSL-RJ)), que cria um programa de incentivo tributário para empresas que doarem a institutos de pesquisa, a término de financiar projetos relacionados ao enfrentamento da pandemia. A material está em estudo no Senado.

Segundo o substitutivo legalizado, da deputada Soraya Santos (PL-RJ), as empresas tributadas pelo lucro real que doarem ao Programa Prioritário Pró-Pesquisa-Covid-19 poderão descontar do Imposto de Renda devido em cada período o mesmo valor da doação até o limite de 30% do imposto devido, sem excluir outras deduções legais. Por outro lado, não poderão descontar as doações uma vez que despesa operacional.

O totalidade de deduções do programa está restringido a R$ 1 bilhão, dos quais R$ 400 milhões em 2021 e R$ 600 milhões em 2022, e será compensado pelo aumento de alíquotas do PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre o lucro obtido com a venda de participações societárias.

Laboratórios veterinários
Fábricas de vacinas veterinárias poderão ser autorizadas a produzir vacinas contra a Covid-19. É o que prevê o Projeto de Lei 1343/21, do Senado Federalista. O PL já virou lei 14.187/21.

De pacto com o substitutivo legalizado, da deputada Aline Sleutjes (PSL-PR), esses laboratórios poderão produzir ainda o insumo farmacêutico ativo (IFA) e terão de executar exigências de biossegurança e normas sanitárias, além de realizar todo o processo de produção até o armazenamento em dependências fisicamente separadas daquelas usadas para produtos de uso veterinário.

Quebra de patentes
Com a aprovação do Projeto de Lei 12/21, do Senado, a Câmara autoriza o governo federalista a quebrar a patente para produzir medicamentos e vacinas nos casos de emergência vernáculo ou internacional em saúde.

Devido às mudanças aprovadas segundo o substitutivo do deputado Aécio Neves (PSDB-MG), a proposta retornou ao Senado.

Pelo texto, o detentor da patente ou do pedido dela, caso ainda não obtida, receberá o valor de 1,5% do preço líquido de venda do resultado derivado da patente a título de royalties até que seu valor venha a ser efetivamente estabelecido.

Entretanto, no caso de pedidos de patente, os valores somente serão devidos se ela vier a ser concedida; e o pagamento corresponderá a todo o período da licença compulsória concedida a outros fabricantes não autorizados antes da quebra da patente.

A quebra poderá ocorrer ainda quando o Congresso Pátrio reconhecer estado de calamidade pública de contextura vernáculo.

Visitante virtual
Para facilitar a prática de visitas virtuais, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2136/20, do deputado Célio Studart (PV-CE) e outros, que regulamenta o procedimento para pacientes internados em unidades de terapia intensiva (UTIs). A proposta está em estudo no Senado.

Esse tipo de visitante é feita por meio de videochamadas (em celulares ou computadores, por exemplo) para permitir aos pacientes entrarem em contato com os familiares, já que em muitas situações o quadro se agrava e não há oportunidade de visitas presenciais em razão das medidas de isolamento nas UTIs.

O texto legalizado é um substitutivo da relatora, deputada Soraya Santos, que determina aos serviços de saúde viabilizarem uma videochamada diária no mínimo.

Dispensa de licitação
A término de renovar regras da Lei 13.979/20 que perderam vigência ano pretérito, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1295/21, do deputado Rodrigo de Castro (PSDB-MG), que permite à governo pública comprar com dispensa de licitação insumos e medicamentos, além de bens e serviços de engenharia, para o tratamento hospitalar de pacientes de Covid-19. A material está em estudo no Senado.

O substitutivo do deputado Célio Silveira (PSDB-GO) permite a compra pelo sistema de registro federalista de preços se o estado ou município não tiver editado regulamento próprio.

O gestor também poderá realizar pagamentos antecipados se isso simbolizar quesito indispensável para obter o muito ou certificar a prestação do serviço ou ainda se valer grande economia de recursos.

Caso o resultado não seja entregue ou o serviço não seja realizado, a governo pública deverá exigir a restituição integral do valor antecipado, atualizado monetariamente pelo Índice Pátrio de Preços ao Consumidor Espaçoso (IPCA).

Prova de vida suspensa
Em razão das medidas de isolamento para prevenir o contágio pelo coronavírus, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 385/21, do Senado Federalista, que suspende até 31 de dezembro de 2021 a comprovação de vida dos beneficiários perante o INSS. Devido às mudanças feitas pelo relator, deputado Danilo Cabral (PSB-PE), a proposta retornou ao Senado.

A prova de vida é realizada anualmente nos bancos onde o segurado recebe o mercê, seja auxílio-doença ou aposentadoria, por exemplo. Isso pode ser feito também nas agências do INSS.

De pacto com a versão dos deputados, deverá ser verosímil ao beneficiário realizar a prova de vida preferencialmente por meio de biometria, que deverá ser feita no mês de seu natalício, ainda que por procuradores.

Quanto aos beneficiários com mais de 80 anos ou com dificuldades de locomoção, o texto especifica que os bancos deverão dar preferência máxima de atendimento a eles com o objetivo de evitar demoras e exposição do idoso a aglomerações.

Vacinas no setor privado
Sobre o tema de compra de vacinas pelo setor privado, a Câmara aprovou dois projetos. Um deles é o PL 534/21, do Senado Federalista, que prevê a doação integral das doses ao Sistema Único de Saúde enquanto estiver em curso a vacinação dos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde. Depois a desenlace dessa lanço, o setor privado poderá permanecer com metade das vacinas que comprar, e estas deverão ser aplicadas gratuitamente. A outra metade deverá ser remetida ao SUS. Essas regras estão previstas na Lei 14.125/21.

Segundo o substitutivo que deu origem à lei, do deputado Igor Timo (Pode-MG), a União, os estados e os municípios são autorizados a assumir a responsabilidade de indenizar os cidadãos por eventuais efeitos colaterais provocados pelas vacinas.

A outra proposta aprovada (PL 948/21) permite a compra pelo setor privado e emprego gratuita nos empregados sem urgência de esperar a vacinação dos grupos prioritários definidos no Projecto Pátrio de Imunização. A ordem dos vacinados deverá seguir o mesmo projecto. A material está em estudo no Senado.

De autoria do deputado Hildo Rocha (MDB-MA), a permissão vale ainda para associações de recta privado sem fins lucrativos. O substitutivo da deputada Celina Leão (PP-DF) autoriza a compra de qualquer vacina que tenha sido aprovada por poder sanitária estrangeira reconhecida e certificada pela OMS.

A empresa ou entidade que descumprir as regras estará sujeita a multa equivalente a dez vezes o valor gasto na obtenção das vacinas, sem prejuízo das sanções administrativas e penais.

André Santos/Prefeitura de Uberaba-MG

Deputados também mudaram regras sobre cancelamento e remarcação de eventos

Eventos cancelados
As regras de cancelamento e remarcação de eventos nas áreas de turismo e de cultura prejudicados pela pandemia de Covid-19 foram prorrogadas por meio da aprovação da Medida Provisória 1036/21. A material foi transformada na Lei 14.186/21.

De pacto com o substitutivo legalizado, do deputado Roberto de Lucena (Pode-SP), o consumidor que optar pelo crédito de serviço ou evento prorrogado ou cancelado no período de 1º de janeiro de 2020 a 31 de dezembro de 2021 poderá usá-lo até 31 de dezembro de 2022. Se optar pela remarcação da data, o prazo limite para fazer isso será o mesmo.

O texto atualiza a Lei 14.046/20, que desobriga a empresa de reembolsar os valores pagos pelos consumidores, desde que assegure a remarcação dos serviços, eventos ou reservas adiados ou cancelados, ou ainda conceda crédito para uso na compra de outros serviços da empresa.

Reembolso de passagens
Com a aprovação da MP 1024/20, valerão até 31 de dezembro de 2021 as regras de reembolso e remarcação de passagens aéreas para voos cancelados durante a pandemia de Covid-19. A material, segundo o parecer do deputado Mandatário Pablo (PSL-AM), foi convertida na Lei 14.174/21.

Essas regras constam da Lei 14.034/20 e preveem o reembolso em 12 meses sem penalidades, a descrever da data do voo cancelado.

O valor do reembolso deverá ser revisto pelo Índice Pátrio de Preços ao Consumidor (INPC) e, quando cabível, a companhia continua com a obrigação de prestar assistência material, uma vez que lanches, telefonemas e pernoite, segundo regulamentação já existente da Filial Pátrio de Aviação Social (Anac).

O texto permitia ainda a antecipação do pagamento de contribuições fixas previstas nos contratos de outorga para as principais concessionárias de aeroportos com desconto, mas o trecho foi vetado.

Lixo durante a pandemia
Até o término de 2021 será proibido o resíduo ou desocupação de imóveis conforme prevê o Projeto de Lei 827/20 legalizado pela Câmara dos Deputados. De autoria dos deputados André Janones (Avante-MG), Natália Bonavides (PT-RN) e Professora Rosa Neide (PT-MT) o projeto aguarda sanção presidencial.

De pacto com o substitutivo, do deputado Camilo Capiberibe (PSB-AP), serão suspensos os efeitos de qualquer ato ou decisão de resíduo, desocupação ou remoção forçada coletiva de imóvel privado ou público, seja os de moradia ou para produção, mas somente na espaço urbana. Por meio de emenda dos senadores aprovada, o meio rústico ficou de fora da suspensão.

No caso de ocupações, a regra vale para aquelas ocorridas antes de 31 de março de 2021 e não alcança as ações de desocupação já concluídas na data da publicação da futura lei.

As medidas uma vez que ordens de resíduo ou liminares proferidas antes do período de calamidade pública decretado no ano pretérito não poderão ser efetivadas até 31 de dezembro de 2021.

Novas loterias
Para financiar o combate à pandemia de Covid-19 e o setor de turismo, a Câmara dos Deputados aprovou o PL 1561/20, dos deputados Capitão Wagner (Pros-CE) e Guilherme Mussi (PP-SP), que cria a Loteria da Saúde e a Loteria do Turismo. A proposta aguarda votação no Senado.

O texto do relator, deputado Giovani Cherini (PL-RS), prevê que os recursos da Loteria da Saúde financiarão ações de combate à pandemia de Covid-19; e os da Loteria do Turismo financiarão o setor exclusivamente até 31 de dezembro de 2021.

Reunião em condomínios
Sancionado em caráter ilativo pela Percentagem de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), o Projeto de Lei 548/19, do Senado Federalista, permite que as assembleias de condomínio e deliberações de órgãos associativos sejam feitas virtualmente. Devido às mudanças feitas pelo deputados, a material retorna ao Senado.

O texto legalizado é um substitutivo do deputado Kim Kataguiri (DEM-SP) e prevê ainda que, enquanto persistir a pandemia, o condomínio poderá suspender ou restringir o uso das áreas comuns dos edifícios, muito uma vez que atividades sociais, e limitar o número de pessoas nos elevadores e a forma do seu uso.

A governo do condomínio não poderá ser responsabilizada por problemas decorrentes dos equipamentos de informática ou da conexão à rede mundial de computadores, dos condôminos ou seus representantes.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Ana Chalub

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