Clientes da finada Mt. Gox poderão restaurar bitcoins | Finanças

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Anos detrás, a maior bolsa de bitcoin do mundo era a japonesa Mt. Gox. Porém, o fundo veio a falir em 2014 e muitos usuários perderam o montante totalidade de 850.000 BTC administrados pela empresa na idade. Agora, esses investidores lesados podem finalmente restaurar uma secção de seus ativos. Um novo convenção poderia fazer com que até 90% das criptomoedas restantes do processo de falência retornem aos credores.

Bitcoin (imagem: Ewan Kennedy/Pexels)

Nobuaki Kobayashi, o gestor responsável pela falência da Mt. Gox, negocia um convenção com as credoras CoinLab Inc. e Fortress Investment Group LLC. A novidade proposta ainda deve ser aprovada, mas a norma preparatório é de retornar até 90% dos bitcoins restantes do processo aos investidores originais.

Fundo só possui 23% dos bitcoins perdidos

Desde que a Mt.Gox quebrou em 2014, exclusivamente uma pequena parcela dos 850 milénio bitcoins perdidos foram recuperados. De convenção com a Bloomberg, para cada moeda vinculada ao processo de falência, somente 0,23 BTC está disponível para remunerar credores.

Porém, a diferença de preço do criptoativo entre 2014 e 2021 compensa o plebeu volume. Na idade da falência, o bitcoin valia menos de US$ 500, enquanto na cotação atual a criptomoeda está na mansão dos US$ 37 milénio.

Preço do bitcoin compensa falta de volume

Isso significa que quem possuía 100 bitcoins em 2014 sob a custódia da Mt.Gox, tinha aproximadamente US$ 50 milénio investidos. Se o ressarcimento proposto for sancionado, esse mesmo usuário receberia 23 BTC sob o valor de US$ 850 milénio. Porém, nenhum credor é obrigado a admitir os termos atuais, que podem ser renegociados depois votação.

Responsável por pressionar o processo de falência, a maior credora da bolsa de criptoativos é a CoinLab, que ofídio US$ 16 bilhões da Mt.Gox. Ou seja, a maior secção dos bitcoins recuperados já teria um direcção. Mas os investidores menores também deverão conseguir restaurar sua secção, uma vez que esse ou outro convenção melhor seja formalmente sancionado.

Com informações: Bloomberg

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