Campanha sorteia NFTs em prol de tratamento para petiz na Rússia | Criptomoedas

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Os NFTs vêm ganhando popularidade no mundo das finanças, mas recentemente seu uso para ações sociais também recebe holofotes. A mais recente – e muito sucedida – delas é uma iniciativa do mundo de criptomoedas brasílico que tem por objetivo ajudar uma garotinha a realizar seu tratamento de saúde na Rússia.

A campanha “Jojo Vai Para a Rússia” conseguiu conseguir a meta de doações de R$ 250 milénio. Nessa reta final da campanha, o valor arrecadado conseguiu um gás com a compra de sete NFTs pela corretora OKEx.

Os NFTs são uma abreviatura de “Non-Fungible Token”, ou tokens infungíveis, no bom e velho português. Tokens são um tipo de criptoativo que representam, de forma do dedo, produtos e serviços do “mundo real” e até criptomoedas. Seu valor, portanto, está atrelado ao valor daquilo que ele representa.

Os NFTs foram doados por artistas brasileiros para um leilão virtual e a OKEx, em seguida a compra de todo o lote, decidiu sortear um deles em seu Instagram e distribuiu o restante para que outros seis influenciadores fizessem o mesmo em suas redes sociais. O valor para o arremate das obras não foi divulgado.

A teoria é dar visibilidade à motivo de Jojo e ao mundo dos criptoativos e de NFTs. Para isso, a OKEx realiza uma live na quarta-feira (26) com influenciadores de finanças, uma vez que Murilo Duarte (Favelado Investidor).

Leia também: O que são NFTs e uma vez que lucrar verba com isso?

Jojo — Foto: Registo pessoal

Jojo é o sobrenome de Joana Gusson, uma rapariga de 5 anos que irá para a Rússia na quarta-feira (26) realizar um tratamento experimental com células tronco. Ela é filha do jornalista do Cointelegraph Brasil, Cássio Gusson.

Aos seis meses seus pais notaram que seu desenvolvimento estava retardado em relação ao esperado para a idade e, em seguida muita investigação por meio de exames, foi desvelado que Jojo nasceu com uma mutação no gene MEF2C, que motivo epilepsia de difícil controle e autismo. Foi detectado que a rapariga tinha até 300 “micro convulsões” por dia e em uma crise mais grave precisou ir para a UTI. A falta de oxigenação no cérebro durante uma convulsão levou a uma paralisia cerebral.

“Descobrimos uma pesquisa nos Estados Unidos que usou célula tronco para tratar paralisia cerebral com resultados promissores. Entramos em contato, mas não nos responderam. Começamos a pesquisar outros lugares. Achamos a pesquisa na Rússia, pediram uma série de exames para a Jojo e a aprovaram para o programa em janeiro“, conta Cássio Gusson.

Com o dispêndio proeminente para que a família se deslocasse para a Rússia por duas vezes – a primeira infusão dos medicamentos experimentais acontece agora e a outra em novembro -, além do próprio tratamento, a teoria inicial de Gusson foi recorrer para um empréstimo bancário.

A sugestão de tentar um financiamento coletivo na internet, uma vaquinha, foi de Silvia, mãe da Joana. “Porquê sou jornalista de criptomoedas todo mundo me conhece e o pessoal de cripto abraçou a motivo do zero. Começaram a divulgação, vieram muitas ideias, muita gente colaborando. Não imaginava que teria esse alcance”, conta Cássio.

Jojo finalmente vai para a Rússia, mas o uso de medicamentos e terapias essenciais precisarão continuar e outras iniciativas para custear o tratamento de Jojo seguem no ar, incluindo a vaquinha virtual solene. Segundo Cassio, a USD Sports, por exemplo, deve destinar os primeiros R$ 250 milénio do lançamento de sua criptomoeda para Jojo.

O meio de pesquisas em Samara, na Rússia, responsável pelo tratamento, vai seguir os resultados e o desenvolvimento por meio de exames feitos cá e enviados para os médicos de lá para o monitoramento. A equipe do Valor Investe torce por resultados positivos.

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