Brasílico que vendia apólices falsas de seguro é recluso em flagrante no Paraguai

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Uma operação da polícia fiscal do Paraguai detectou uma suposta rede de vendas de apólices de seguros falsificados para caminhoneiros, em diversos pontos do Cima Paraná. Uma entrega controlada permitiu a detenção de um suspeito, na tarde desta quarta-feira (21), em Minga Guazú.

De conciliação com os dados, uma seguradora do município de Santa Rita passou a detectar apólices de seguro com assinatura falsa. Especificamente, eram documentos conhecidos uma vez que “missiva azul”, para caminhões. Leste documento é necessário para circulação no Brasil, portanto há muita demanda nesta região paraguaia.

Diante da denúncia, os inquéritos foram iniciados por meio da Direção de Atos Econômicos e Financeiros Puníveis da Polícia, com sede em Santa Rita.

No contexto das investigações, sob a direção do procurador de Santa Rita, José Silguero, foi contatado o suposto vendedor de apólices de seguro falsas. Foi acordado comprar dois cartões azuis que foram oferecidos por G. 500.000 (muro de R$ 426,00) cada, quando seu preço de mercado normalmente está entre G. 2.000.000 (R$ 1.707,86) a G. 2.500.000 (R$ 2.134,82).

O ponto de encontro para a entrega controlada foi Minga Guazú, na rota PY02. Lá foi recluso um brasílico, identificado uma vez que Luiz Carlos dos Santos, que iria entregar o documento ao suposto comprador. Ao verificar a apólice e consultar a seguradora, constatou-se que se tratava de um documento falso. Os agora detidos alegaram que somente lhe pediram o obséquio de entregar o documento.

O promotor explicou que se trataria de uma rede de golpistas que se dedicam à comercialização de apólices falsas. Ele antecipou que o indumentária sob investigação seria a produção de documentos falsificados. “Ainda é uma tarefa incipiente, mas seria uma rede”, disse.

Silguero ordenou a prisão do brasílico que poderá ser autuado nas próximas horas.

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