Bolsas de NY operam em queda, sob pressão de gigantes de tecnologia | Finanças

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Ainda que sem um motivo simples, os principais índices do mercado acionário americano em Novidade York iniciaram a sessão desta terça-feira em queda e aprofundam as perdas nesta manhã, pressionados pela fraqueza observada em grandes companhias de tecnologia.

Com as ações ainda sendo negociadas em níveis próximos de suas máximas históricas, investidores aguardam novos catalisadores que possam justificar uma extensão do rali nas bolsas americanas, que ocorre desde o mês de novembro.

Por volta de 11h35, na Bolsa de Valores de Novidade York (Nyse), o Dow Jones recuava 0,74%, aos 33.862,12 pontos, enquanto o S&P 500 caía 1,05%, aos 4.148,52 pontos. O índice eletrônico Nasdaq anotava perdas de 2,00%, aos 13.616,75 pontos. O índice VIX, que mede a volatilidade do S&P 500 e é divulgado uma vez que “o termômetro do pânico de Wall Street”, operava em subida de 10,65%, aos 20,26 pontos.

As seis maiores companhias dos Estados Unidos em valor de mercado operam em queda. A Apple recuava 3,18%, a Microsoft caía 1,29% e a Amazon tinha perdas de 1,68%. No mesmo horário, a Alphabet cedia 2,25%, o Facebook caía 2,03% e a Tesla perdia 1,72%.

Todos os onze setores do S&P 500 operavam em queda no início dos negócios. Os destaques negativos eram os segmentos de tecnologia e de consumo discricionário.

“Oferecido o rali particularmente poderoso de novembro a abril, os investidores podem estrear a ver oriente uma vez que um bom momento para reduzir a exposição”, escreveu Sophie Griffiths, crítico de mercado da Oanda, em nota enviada a clientes.

Ainda assim, Griffiths afirma que o otimismo pode persistir entre os investidores porque eles veem uma luz no termo do túnel em relação à pandemia de covid-19. “Porquê resultado, os investidores estão mais preparados para comprar ativos mais arriscados, dando força aos preços das ações”, escreveu.

Os investidores também seguem à espera agora dos dados relevantes do mercado de trabalho americano, com o relatório da ADP saindo na quarta-feira e o relatório de empregos (“payroll”) na sexta-feira. Os investidores vão observar os dados em procura de mais sinais sobre o mercado de trabalho americano, que tem sido recorrentemente citado pelo Federalista Reserve (Fed, o banco medial dos EUA) uma vez que um fator de atenção sobre a recuperação econômica do país.

Mais cedo, o Departamento do Transacção dos EUA reportou que o déficit mercantil americano de bens e serviços subiu em US$ 3,9 bilhões em março, para US$ 74,4 bilhões, ficando ligeiramente supra da expectativa de consenso dos economistas consultados pelo “The Wall Street Journal”, de US$ 74,8 bilhões. Tanto as importações quanto as exportações cresceram no mês, mas a ampliação do déficit se deve a um aumento maior das importações do que das exportações.

— Foto: Kearney Ferguson/NYSE

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