Bolsas de NY avançam impulsionadas por otimismo com recuperação econômica | Finanças

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Os índices acionários de Novidade York fecharam em subida nesta quinta-feira (6), com o índice tecnológico Nasdaq virando para terreno positivo no final da sessão.

Em seguida ajustes, o Dow Jones fechou em subida de 0,93%, a 34.548,53 pontos, renovando a sua máxima histórica pela segunda sessão consecutiva. O S&P 500 subiu 0,82%, a 4.201,62 pontos, e o Nasdaq avançou 0,37%, a 13.632,84 pontos.

Os índices oscilaram ao longo do dia, puxados por um lado pelos dados econômicos que indicam uma poderoso recuperação econômica nos EUA e por outro pelos temores de que o desenvolvimento gere um superaquecimento da economia americana e uma disparada da inflação no país.

Entre os dados econômicos divulgados hoje, o número semanal de pedidos iniciais de seguro-desemprego caiu para menos de 500 milénio pela primeira vez durante a pandemia, na semana passada, de tratado com dados do Departamento do Trabalho dos EUA. O número foi melhor do que a expectativa dos economistas consultados pelo “Wall Street Journal”, de 527 milénio.

Já a produtividade do trabalhador americano deu um salto no primeiro trimestre do ano, subindo a uma taxa anualizada de 5,4%, em relação ao trimestre anterior, superando a expectativa de consenso, de subida de 4,5%. O dispêndio da mão de obra, por sua vez, recuou 0,3% de janeiro a março, contrariando a expectativa, de queda de 1%.

Os investidores aguardam, agora, a divulgação do relatório do mercado de trabalho americano, o chamado “payroll”, na sexta (7), em procura de mais sinais sobre um verosímil superaquecimento da economia. O Federalista Reserve (Fed, o banco médio dos EUA) tem indicado a recuperação incompleta do mercado de trabalho americano — que ainda tem mais de 8 milhões de vagas a menos do que antes da pandemia — porquê um dos principais motivos para manter sua política monetária acomodatícia. A média da expectativa dos participantes do mercado é de geração de 1 milhão de vagas de ofício no país no mês.

Entre os setores, as ações de saúde tiveram a pior performance do dia no S&P 500, mas conseguiram fechar a sessão em terreno positivo, subindo 0,07% no índice espaçoso de Wall Street. As ações das farmacêuticas foram prejudicadas pelo pregão do presidente americano, Joe Biden, de pedestal à proposta em discussão na Organização Mundial de Negócio (OMC) de suspender temporariamente a propriedade intelectual sobre as vacinas para a covid-19, para ampliar o chegada à vacina entre países mais pobres.

A ação da Pfizer fechou a sessão em queda de 0,99%, enquanto a da BioNTech recuou 1,62% e a da Moderna cedeu 1,44%. A Moderna foi principalmente afetada pela notícia, que compensa o balanço positivo divulgado nesta quinta pela empresa, que reportou seu primeiro trimestre de lucros com o impulso oferecido pela receita relacionada à venda de vacinas.

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