Bitcoin despenca posteriormente China exigir bloqueio de transações com criptomoedas | Finanças

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O banco meão da China emitiu um enviado nesta segunda-feira (21) direcionado às principais instituições financeiras do país, exigindo que todas as transações e serviços que envolvam criptomoedas sejam suspensos imediatamente. A proibição se tornou solene em meados de março, mas o aviso de hoje reforçou o sentimento negativo sobre o mercado, fazendo que o bitcoin (BTC), ether (ETH) e outros dos principais ativos digitais despencassem.

Bitcoin despenca posteriormente enviado anti-criptomoedas do governo chinês (Imagem: Hawksky/Pixabay)

De conciliação com o enviado do Banco Popular da China (PBOC), os bancos não devem fornecer produtos ou serviços, uma vez que a negociação, ressarcimento e liquidação para transações envolvendo criptomoedas. O governo chinês também destacou que essas instituições precisam identificar as contas vinculadas a exchanges de ativos digitais e casas de câmbio e suspender suas atividades.

Mesmo que essa proibição na China sobre as criptomoedas já tenha sido aprovada sobre um mês, o que levou a uma desvalorização de US$ 750 bilhões no valor de mercado das moedas digitais, o PBOC se dirigiu a instituições específicas no novo documento. Foram notificados os principais nomes das finanças chinesas: O Banco Industrial e Mercantil da China, Banco Agrícola da China, Banco da Construção, Banco Postal de Poupança, Banco Industrial e a plataforma de pagamentos Alipay (China).

Bitcoin e principais criptomoedas despencam

Com o ultimato, os preços dos principais ativos digitais despencaram hoje. O bitcoin, a maior e mais importante criptomoeda, caiu murado de 10% nas últimas 24 horas, sendo negociado pelo mínimo de US$ 31,7 milénio nesta manhã, de conciliação com o índice CoinDesk. O recorde do ativo é de quase US$ 65 milénio, atingido na metade de abril. Desde portanto, as medidas proibicionistas e os desligamentos de instalações de mineração da moeda do dedo na China vêm puxando seu preço para plebeu.

Junto ao bitcoin, o ether (ETH), a segunda maior criptomoeda do mercado e nativa do blockchain da Ethereum, também vem sofreu uma possante queda hoje. O ativo perdeu murado 15% de valor nas últimas 24 horas, sendo negociado por menos de US$ 1.900 na manhã de hoje. Trata-se da primeira vez desde 23 de maio que a moeda caia para inferior dos US$ 2 milénio.

As autoridades monetárias e fiscais da China acreditam que as criptomoedas sejam arriscadas. Posteriormente reuniões entre diversos órgãos do governo, o PBOC concluiu que as transações e serviços que envolvem moedas digitais representam uma via que facilita transações internacionais ilegais e a lavagem de verba. Aliás, seu uso uma vez que ativo financeiro seria uma prenúncio à ordem econômica e financeira.

O documento emitido hoje também especifica que todas as instituições alertadas concordaram em obedecer às novas diretrizes do banco meão chinês. O Banco Postal de Poupança, a plataforma de pagamentos Alipay e o Banco Agrícola da China já publicaram declarações dizendo que vão proibir serviços e transações com criptomoedas.

China fecha centros de mineração de BTC

Mineração de bitcoin (imagem: Consulting 24/Flickr)

Mineração de bitcoin (imagem: Consulting 24/Flickr)

Além do mais recente enviado repreendendo os ativos digitais na China, o preço do bitcoin também foi afetado pela vaga de repressão aos mineradores no país, que fez a taxa de hash mundial da criptomoeda tombar em pelo menos 25% ao longo do final de semana. Na última sexta-feira, o governo da província chinesa de Sichuan, uma das principais áreas de mineração de bitcoin no país devido à grande oferta de pujança hidroelétrica, emitiu uma ordem para suspender o fornecimento de eletricidade para 26 instalações locais dedicadas à extração do ativo.

Fontes privilegiadas de dentro do governo de Sichuan contaram ao Global Times que se estima que até 90% das atividades de mineração de bitcoin na China sejam fechadas. Com a taxa de hash afetada, o blockchain, a rede que sustenta as operações da criptomoeda, enfraquece e a disponibilidade de novas unidades do ativo se torna ainda mais restrita.

Com informações: CNBC, CoinDesk

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