Bitcoin atinge novidade máxima histórica e supera US$ 61 milénio | Finanças

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Neste último sábado (13), o bitcoin (BTC) bateu mais um recorde de preço. A criptomoeda superou os US$ 61 milénio pela primeira vez na história. Novamente, a valorização é resultado de movimentações dos crescentes investidores institucionais que pressionam a oferta da moeda do dedo. Porém, uma vez que é de uso depois um novo sumo ser atingido, o criptoativo tmbém despencou com o superior volume de vendas nesta segunda-feira (15).

Bitcoin bate os US$ 61 milénio depois compras institucionais (Imagem: Karolina Grabowska/Pexels)

Valorização de 23% ao longo de uma semana

O bitcoin abriu a segunda-feira da semana passada na lar dos US$ 50 milénio. Porém, em uma escada ascendente, o preço do criptoativo passou por uma valorização gradual ao longo dos dias para portanto atingir um novo recorde no sábado (13). Segundo o índice CoinDesk, a criptomoeda chegou a valer US$ 61.556, se mantendo fixo e supra dos US$ 60 milénio ao longo de todo o final de semana.

Bitcoin ultrapassa os US$ 61 mil e bate novo recorde de preço (Imagem: Reprodução/CoinDesk)

Bitcoin ultrapassa os US$ 61 milénio e bate novo recorde de preço (Imagem: Reprodução/CoinDesk)

Bitcoin cai mais de 10% depois recorde

Porém, as correções de mercado geralmente acompanham os recordes de preço do bitcoin. Nesta segunda-feira (15), a criptomoeda registrou uma possante queda diante do superior volume de vendas. Hoje o ativo chegou à mínima de US$ 54.790 e até o momento demonstrou leves sinais de recuperação.

As súbitas retrações são naturais depois o bitcoin registrar uma novidade máxima histórica. Isso vem acontecendo visivelmente desde dezembro de 2020, quando a criptomoeda começou a superar seus recordes de preço de 2017. Toda vez que o ativo do dedo atingia um novo marco, os investidores viam uma boa oportunidade para o lucro repentino e as vendas ocorriam aos montes.

Preço do bitcoin refolho em 2021

Partindo de uma lógica simplificada, o bitcoin tem seu preço estabelecido principalmente pela oferta e demanda do mercado. A criptomoeda possui um estoque restringido, atualmente de 18,6 milhões de unidades. Em 2021, grandes instituições decidiram impor bilhões de dólares no ativo, uma vez que a Tesla, MicroStrategy e outras, apertando sua oferta e elevando sua demanda.

Naturalmente, o preço do bitcoin continuou a disparar. Com o novo recorde deste final de semana, a criptomoeda finalmente cruzou a traço dos 100% de valorização ao longo deste ano. No primeiro dia de janeiro, a moeda do dedo valia US$ 29,6 milénio.

Novo recorde vem depois compras institucionais

Novamente, o preço do bitcoin foi impulsionado pela demanda de grandes empresas que escolheram investir no criptoativo. Atualmente, alocar secção de fundos corporativos em criptomoedas é uma maneira que diversas instituições adotaram para se proteger da inflação e desvalorização de moedas fiduciárias.

Desta vez, mais empresas de todo o mundo revelaram aquisições milionárias em criptoativos. Por exemplo, a Meitu, uma empresa de software e processamento de dados de Hong Kong, anunciou na semana passada a compra de US$ 22 milhões em ether (ETH) e US$ 17,9 milhões em bitcoin (BTC).

Outra grande empresa norueguesa, a Aker ASA, anunciou a geração de uma ramificação dedicada a investimentos em bitcoin e outros criptoativos. Chamada de Seetee, seu movimento inicial foi a compra de US$ 58,3 milhões em bitcoin na semana passada.

Quanto mais corporações se voltam ao mercado de criptomoedas, maior também a credibilidade que esse crescente setor possui entre investidores do varejo que já somam milhões de pessoas físicas ao volta do mundo. A ingresso do PayPal em outubro de 2020 foi o gatilho para que empresas uma vez que a Tesla comprassem bilhões de dólares em bitcoin neste ano. Com o endosso dessas instituições e de múltiplas e influentes figuras públicas uma vez que Elon Musk, as moedas digitais nunca dominaram tanto os noticiários.

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