Biden assina decretos para testilhar crise econômica provocada pela pandemia

0
41

Através de uma série de decretos, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, abordou nesta sexta-feira, 22, um dos efeitos mais visíveis da crise econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus, com medidas para levar mais ajuda federalista suplementar a milhões de americanos com dificuldade para comprar provisões e para ajudar trabalhadores a se manterem seguros em seus trabalhos.

À espera de que o Congresso aprove um projecto de emergência de 1,9 trilhão de dólares para reativar a economia, apresentado na semana passada, o presidente democrata prevê atender dois assuntos urgentes: aumentar a ajuda fomentar e substanciar os benefícios sociais dos trabalhadores federais.

O democrata, empossado na quarta-feira, já emitiu 27 decretos para enfrentar suas prioridades mais urgentes pela crise sanitária e econômica provocada pela Covid-19.

“A pandemia mergulhou os EUA em uma crise econômica. Mais de 10 milhões de pessoas estão sem ofício, 14 milhões de inquilinos estão com pagamentos atrasados, 29 milhões de adultos e ao menos 8 milhões de crianças sofrem com instabilidade fomentar”, argumenta o texto do projecto divulgado pela Mansão Branca.

Com as escolas fechadas pela pandemia, estima-se que murado de 12 milhões de crianças que recebiam sustento escolar tampouco têm o suficiente para consumir. As filas nos refeitórios populares aumentaram e os bancos de provisões estão sobrecarregados, inclusive nos bairros abastados da capital federalista.

A iniciativa de Biden inclui instruções para que o Departamento de Lavradio amplie os programas federais de ajuda fomentar e o Departamento do Tesouro modifique seus programas de forma que o consolação chegue a 8 milhões de pessoas que não receberam assistência desde o início da pandemia.

“Em todo o país, uma a cada sete famílias e mais de uma a cada cinco famílias negras e latinas lidam com dificuldades para comprar a comida necessária”, destaca o proclamação. “O presidente Biden pede que o Congresso proporcione espeque suplementar garantindo que todas as pessoas, seja qual for a situação, tenham aproximação a provisões saudáveis”. 

Continua depois a publicidade
  • Desde que a pandemia começou a se propagar pelos EUA, há um ano, o governo federalista distribuiu, primeiro, 1.200 dólares e, depois, 600 dólares. A proposta de Biden inclui um pagamento de 1.400 dólares uma vez que consolação temporário diante das dificuldades econômicas da população.

    Biden solicitou que o Departamento do Trabalho esclareça que os trabalhadores têm o recta, reservado pela legislação federalista, a se negarem a satisfazer tarefas “que coloquem a saúde em risco, podendo obter o seguro-desemprego”.

    Em uma das iniciativas com maior impacto potencial do projecto, Biden propôs que o salário de mais funcionários do governo federalista fosse aumentado em 15 dólares por hora e acrescentou que o governo deveria somente “firmar contratos com empregadores do setor privado que paguem o mesmo salário aos seus trabalhadores e concedam licenças remuneradas para emergências”.

    Biden “acredita que os trabalhadores devem ter o recta de serem empregados em lugares seguros e que ninguém deve ter de escolher entre o seu salário e a saúde própria e das suas famílias”.

    “Durante a pandemia, os programas governamentais forneceram um espeque muito necessário para ajudar dezenas de milhões de pessoas a remunerar o aluguel, hipotecas e outras contas, obter os provisões de que necessitam e ter aproximação a cuidados de saúde. Mas esse espeque crucial nem sempre chega aos que mais precisam”, disse a Mansão Branca. 

    O presidente já assinou uma ordem executiva para estender a moratória dos despejos por falta de pagamento. Muro de 18 milhões de americanos vivem do seguro desemprego. Leste subvenção foi prorrogado até o final de setembro, assim uma vez que a possibilidade de obter licença remunerada por doença em caso de contágio pela covid-19.

    O desemprego situou-se em dezembro em 6,7%, muito longe dos 3,5% de um ano detrás, antes do início da pandemia.

    (Com EFE) 

    Continua depois a publicidade

  • DEIXE UMA RESPOSTA

    Por favor digite seu comentário!
    Por favor, digite seu nome aqui