Auxílio Emergencial pode voltar para R$ 600 na segunda parcela? | Rede Jornal Contábil

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Desde que o auxílio emergencial foi confirmado com parcelas de R$ 150, R$ 250 e R$ 375, muito tem repercutido sobre o reles valor pago pelo governo, e mesmo com o início de pagamentos, onde os beneficiários nascidos no mês de janeiro a maio já receberam a primeira parcela, ainda se articula possibilidades do mercê voltar com parcelas de R$ 600, assim uma vez que foi pago no ano pretérito.

O primeiro ponto que inviabiliza o pagamento de parcelas maiores diz saudação a PEC Emergencial que aprovou um limite de R$ 44 bilhões fora do teto de gastos para que o governo pudesse custear a novidade rodada de pagamentos do mercê em 2021.

No entanto, o valor pago muito uma vez que a PEC que viabilizou R$ 44 bilhões fora do teto de gastos tem provocado insatisfação da renque política. O veste chegou ao ponto que o próprio ministro Marco Aurélio Mello, decano do Supremo Tribunal Federalista (STF) solicitou que o plenário da Corta pudesse estimar uma ação instaurada pelo partido PCdoB referente justamente a redução dos valores do auxílio emergencial pagos leste ano.

De entendimento com apontamento do PCdoB existem muitas dúvidas que precisam ser esclarecidas sobre a emenda que fixou o limite de R$ 44 bilhões fora do teto de gastos para a liberação do mercê.

O ministro Marco Aurélio Mello declarou ainda que “considerados a relevância da razão de pedir e o risco, agravado em virtude da crise sanitária que assola o país, cumpre sujeitar ao Colegiado Maior o pedido de implemento da liminar”.

Ou por outra, o PCdoB também indaga que o mercê pago atual precisa ser proeminente e logo para o mesmo valor pago nas cinco primeiras parcelas de R$ 600. Agora o partido deverá esperar revelação do Jurisconsulto Universal da União e do Procurador-Universal da Republica para que seja verosímil iniciar um debate sobre o tema.

Foto: Marcello Par Jr/ Dependência Brasil

Movimentações

Membros da oposição do governo também tentam alinhar um novo exposição para que seja verosímil que o auxílio emergencial volte aos R$ 600. Mesmo sem propor uma medida que realmente possa aumentar o valor, os políticos justificam que os valores das novas parcelas são muito baixos.

“Reunião muito unitária e com sintonia entre os partidos para combater a crise e proteger o povo brasílio”, disse o presidente do PSOL, Juliano Medeiros, sobre o encontro, que teve uma vez que tema “Lutando pelo auxílio emergencial no valor de R$ 600”.

Além de tentar unificar o exposição sobre uma verosímil volta do mercê em R$ 600, os partidos de oposição ao governo também tratam da CPI da pandemia. Durante a reunião, os políticos tentam alinhar um direcionamento para agilizar a investigação.

“As lideranças partidárias apresentaram preocupação com a tentativa de esvaziamento no Senado da proposta de CPI para investigar os crimes de Bolsonaro na pandemia. Ao tentar mudar o escopo original para ‘investigar todas as esferas’, os aliados de Bolsonaro tentam, na verdade, fazer com que a CPI não investigue ninguém”, informou o PSOL em nota.

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