As tendências da tecnologia para os negócios na América, segundo o presidente da GFT – Estação Negócios

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Marco Santos, presidente da GFT para as Américas (Foto: Divulgação)

Automação, estudo de dados, lucidez sintético, open banking. Para Marco Santos, presidente da GFT para as Américas, as tendências na superfície de tecnologia são amplas em 2021. Isso se traduz em imensas oportunidades para a provedora de serviços de TI e engenharia de software. O missão de Marco Santos é uma novidade. Antes presidente da empresa na América Latina, em 2021 ele assume também as operações da companhia nos Estados Unidos. Seu repto agora é fazer o braço norte-americano da GFT crescer exponencialmente – assim porquê ele mesmo viu aumentar as operações da empresa no Brasil. Quando entrou na GFT, a companhia contava com 80 colaboradores no país. Hoje, são mais de 1.600, orgulha-se o executivo.

“Ao fazer a integração das Américas, acho que teremos um mercê muito grande para o Brasil também, de estugar os processos, com o intercâmbio de know-how”, diz Marcos. “Também quero levar a experiência brasileira do open banking e do PIX para os Estados Unidos.” A GFT, inclusive, trabalhou de perto com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e o Banco Medial para definir o protótipo da primeira e da segunda fases do open banking no país. Trabalha também para integrar instituições financeiras ao sistema de pagamentos instantâneos PIX.

Marco Santos falou com exclusividade à Estação NEGÓCIOS sobre o novo missão e as tendências para a tecnologia nos próximos meses e anos. Confira trechos da entrevista

Uma vez que foi assumir o missão no meio da pandemia, com o trabalho remoto?
Abrindo o coração, é muito reptante. Não poder ir para lá para assumir a liderança de um negócio, assumir a gestão de pessoas, a gestão de clientes, julgar as pessoas, contratar mais gente, fazer o negócio crescer em um envolvente totalmente do dedo tem sido muito reptante. Estou super feliz e acho que a gente está caminhando super muito, mas emocionalmente é muita pressão. Eu contratei três diretores lá, não consegui me sentar com eles pessoalmente, mas a responsabilidade é toda minha no término das contas. E a secção das conexões é muito difícil. Fizemos uma reunião do dedo com todas as pessoas da empresa. Mas seria muito melhor se eu estivesse no escritório e chamasse todo mundo para fazer um happy hour. A sarau de término de ano foi do dedo. Todos esses elementos foram completamente digitais, e isso é muito reptante. Assumir Estados Unidos numa condição porquê essa é o repto exponencial.

Quais são os próximos passos, o que a GFT espera perceber nos EUA agora sob a sua liderança?
O meu objetivo estratégico é a gente conseguir gerar uma jornada exponencial de desenvolvimento dos negócios da GFT nos EUA, igual a gente fez no Brasil. Quando eu entrei no Brasil tínhamos 80 pessoas, fechamos agora nove anos depois com 1600 pessoas. Hoje, nós temos tapume 320 pessoas [nos Estados Unidos]. É uma operação complexa, sem incerteza. E se olharmos para toda a região que estou assumindo, estamos falando de mais de 2,1 milénio pessoas. Em objetivos concretos, temos expectativa de um aumento de 500% nos negócios da GFT nos EUA nos próximos quatro anos.

Quais as oportunidades nesse mercado? Uma vez que vocês esperam perceber esse desenvolvimento?
Entendemos que vamos conseguir caminhar com esse desenvolvimento aproveitando essa vaga que está nos empurrando nos projetos de transformação do dedo. Especificamente, estamos falando de transformação cloud dos nossos clientes, de projetos de desenvolvimento de novos produtos digitais, de mobile, APIs, projetos de data, lucidez sintético, automação, processos de salesforce, de gestão de cliente em cloud, projetos de transformação expediente e projetos em que ajudamos os clientes a gerar um novo protótipo de desenvolvimento de projetos de maneira mais expediente. Open banking, do dedo banking é uma superfície que a gente é muito potente, acreditamos que vai ter uma adoção muito grande nos Estados Unidos, inclusive com pagamentos instantâneos, pagamento do dedo e do dedo banking.

E nessa superfície acredito que você carregue uma experiência recente com o que aconteceu no Brasil, com o PIX e a preparação para o open banking.
Exatamente, a gente está com uma operação muito madura em projetos digitais, pagamentos instantâneos, estamos fazendo o projeto do PIX e do open banking em vários clientes, ganhamos o projeto de definição do open banking brasiliano, com a Febraban e o Banco Medial, e com certeza dá para exportar esse know how para os Estados Unidos. A operação nos Estados Unidos, por outro lado, é muito potente em dados, em lucidez sintético, em automação. Quero trazer isso para o Brasil. Quero trazer também alguns projetos especializados de cloud. A teoria é gerar uma grande avenida de interação, colaboração e sinergia entre Estados Unidos e América Latina – Brasil, México e Costa Rica.

Quais são as especificidades do mercado dos Estados Unidos?
O tamanho dos projetos é muito maior do que o nosso mercado brasiliano. Em segundo lugar, o mercado americano compra de uma maneira mais especializada do que no Brasil. Para você apresentar um negócio nos EUA, tem que trazer de uma maneira muito objetiva qual é a sua proposta de valor naquele momento. É uma objetividade de negócios muito bacana. Você tem uma assertividade maior, mais pragmatismo nos relacionamentos comerciais. Em todo lugar que você vai, eles perguntam o que você tem de experiência que pode estugar os processos. No Brasil a gente é mais genérico nas nossas conversas de negócios.

Quais tendências podemos esperar para 2021 na superfície de tecnologia?
Eu vejo uma tendência grande na secção de transformação cloud, ajudar os clientes em suas transformações cloud de seus processos e suas aplicações. Também estamos vendo grandes projetos de dados, mais avançados de analytics, de big data e machine learning, e aí estou falando de automação em cima dos dados, lucidez sintético. A terceira tendência, acho que a região toda está em uma ebulição em produtos digitais, todo mundo está criando novos APIs, com novos serviços e produtos para seus consumidores – bancos, seguradoras, empresas de pagamento, ecommerce e empresas de manufatura. E open banking porquê um todo, em toda a região estamos vendo essa discussão, as empresas se abrindo, abrindo os dados, acoplado com um processo de privacidade de dados.

Falando de diversas empresas criando os produtos digitais, porquê é mourejar com empresas em níveis de maturidade do dedo diferentes?
Essa diferença de maturidade acontece mesmo em um mesmo país e em um mesmo setor. A gente está vendo empresas que têm nível de maturidade apressurado, até no segmento financeiro brasiliano, e outras que estão um pouco detrás. E isso numa maneira regional é muito grande. Por exemplo, os EUA têm uma super oportunidade para a gente fazer projetos de pagamentos instantâneos, que é o que estamos fazendo cá no Brasil com o PIX. Na América Latina a gente tem a experiência de exórdio de conta, de pedido de cartão de crédito, de seguro, tudo de forma do dedo, e é uma coisa que está começando nos Estados Unidos. Por outro lado, tem algumas coisas nos Estados Unidos que estão muito mais avançadas.

Em que?
Eles estão muito avançados na questão da automação, na gestão de dados e em entender o que você faz com esses dados, tomar decisões e automatizar processos com os dados. As empresas americanas estão um pouco mais avançadas, com projetos mais avançados.

Quanto ao open banking, finalmente começando a entrar em vigor. Primeiro queria entender porquê foi o processo com a Febraban.
Nós fizemos o projeto de definição do protótipo de open banking brasiliano na questão técnica, o estampa técnico e definições de open banking brasiliano, que é a temporada I, que eles chamam de open data. Foi um projeto conectado também com o Banco Medial Brasiliano. Agora em janeiro ganhamos a temporada II do projeto, de exórdio dos dados cadastrais dos clientes e exórdio das transações financeiras. Esse é um projeto em que estamos trabalhando com várias entidades, não só a Febraban.

E quais são as dificuldades? Quando falamos de bancos, principalmente os grandes bancos tradicionais, ouço muito que tem um problema com o legado. Quais desafios vocês encontraram até agora?
Sem incerteza os grandes bancos têm o repto do mainframe, dos sistemas tradicionais, mas o que a gente tem visto é que eles estão trabalhando muito e estão muito acelerados. Alguns meses detrás a gente falava que ia ser muito reptante, mas estou vendo que as grandes instituições financeiras, que são obrigadas a entrar na primeira temporada do open banking, estão todas com grandes investimentos para fazer a exórdio e orquestração desses dados e controle para exórdio de uma maneira segura. Sinceramente, e a GFT está no meio de vários desses projetos, nós temos visto que o grande repto é para as instituições financeiras menores. Os grandes bancos estão investindo muito esforço, e obviamente orçamento, e estão chegando lá, mas temos visto que as organizações menores não estão preparadas. E as instituições menores, teoricamente, são as que mais vão lucrar com o open banking, porque poderão gerar produtos para usar as informações dos clientes dos bancos tradicionais. Mas tecnicamente falando eles estão com mais dificuldade.

Uma vez que tem sido o trabalho com essas instituições financeiras, tanto as de grande quanto as de pequeno porte?
Os bancos estão sim querendo riscar modelos para tomar vantagem, encontrar vantagem e diferencial competitivo para recitar ecossistema do dedo. Eu acredito que é uma super oportunidade para todas as instituições financeiras, tanto as incumbentes quanto bancos digitais e fintechs.

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