apreensões aumentam nos portos do Litoral Setentrião de SC

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Valor em mercadorias apreendidas aumentou 260% neste ano em confrontação a todo o ano pretérito

O cão Enzo fareja entre os contêineres em procura de drogas, enquanto os agentes da Receita Federalista fiscalizam possíveis irregularidades na exportação e importação de mercadorias: o trabalho de fiscalização nos portos de Itapoá e de São Francisco do Sul, no Litoral Setentrião de Santa Catarina, é intenso e o resultado está nos números.

Mortificação de mercadorias aumentou 260% neste ano nos portos do Litoral Setentrião – Foto: Início Stofelli/NDTV

Em 2020, mais de R$ 27 milhões em mercadorias foram apreendidos, enquanto só até abril deste ano o número saltou para R$ 74 milhões, aumento de mais de 260%. Os objetos mais apreendidos são bebidas alcoólicas, aparelhos eletrônicos e peças de vestuário.

O trabalho ocorre em duas frentes: o combate às drogas e a investigação de importação e exportação irregulares. Na primeira, cães porquê o Enzo fazem toda a diferença.

“Eles têm valimento porque não são invasivos, a gente não precisa furar a caixa e contêiner, já que eles farejam por uma pequena rombo e economizam o trabalho das equipes”, explica Wilson Mota, mandatário da Alfândega da Receita Federalista em São Francisco do Sul.

Cães farejadores facilitam o trabalho – Foto: Alfa Stofelli/NDTVCães farejadores facilitam o trabalho – Foto: Início Stofelli/NDTV

Já na segunda frente, o trabalho é feito pelos agentes, que conferem notas fiscais e cargas. Os crimes mais comuns são declarar valor menor do que a fardo vale ou exprimir nota de um resultado e importar outro. Já na exportação, destaca-se a chamada exportação fictícia, em que são enviados contêineres sem fardo somente para prometer benefícios fiscais.

“Um dos objetivos da Receita é proteger a indústria vernáculo e evitar a concorrência desleal. Na importação, avalia-se a fraude de valor menor, de tipo de resultado e se estão declarando o que estão trazendo. Já na exportação, analisa-se se é uma exportação fictícia ou se há drogas”, destaca Mota.

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