Agenda 2030: saiba uma vez que colaborar com a gestão sustentável da chuva e saneamento para todos

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Com as metas globais, os Estados-membros das Nações Unidas participam de um projecto de ação para prometer a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. A iniciativa abrange o desenvolvimento econômico, a erradicação da pobreza, da miséria e da inópia, a inclusão social, a sustentabilidade ambiental e a boa governança em todos os níveis, incluindo sossego e segurança.

Os países definem as iniciativas nacionais a partir das realidades locais, além de incorporar nas políticas programas e planos de governo. Prometer a disponibilidade e a gestão sustentável da chuva potável e do saneamento para todos está entre os ODS.

“A chuva é um recurso originário que está ligado à secção econômica para prometer a premência das indústrias, da lavoura e diversas linhas ligadas à economia, à secção social e saúde com o fornecimento da chuva potável de qualidade para a população e para produção de provisões, além do ambiental para a preservação dos nossos recursos hídricos para prometer a vida do ecossistema”, comenta a pesquisadora Maria Nogueira Marques, docente dos cursos de Engenharia e do programa de Pós-graduação em Saúde e Envolvente da Universidade Tiradentes.

“Porquê cidadãos, podemos facilitar no cumprimento dos objetivos evitando desperdício de chuva no nosso consumo do dia a dia, uma vez que fechar as torneiras e só furar na hora de enxaguar a mão ou ainda diminuir o tempo de banho. Podemos também fazer a reutilização da chuva que sai da máquina de lavar para lavar calçadas e o soalho”, acrescenta.

“Outra ação que pode ser realizada é fazer a separação de lixo, vidrarias, plásticos, pois ajuda no nosso saneamento. Também é importante evitar jogar remédios e comprimidos nos recursos hídricos. São várias atitudes simples do nosso dia a dia que contribuem para atingir os ODS”, salienta a pesquisadora.

Até 2030, a meta é obter o chegada universal e equitativo à chuva potável e segura para todos, além de implementar a gestão integrada dos recursos hídricos em todos os níveis.

Cidades e comunidades sustentáveis

Já o objetivo de número 11 visa tornar as cidades e comunidades mais inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis. Até 2030, a finalidade é prometer o chegada de todos à habitação segura, adequada e a preço alcançável, e aos serviços básicos e urbanizar as favelas. Ou por outra, aumentar a urbanização inclusiva e sustentável e as capacidades para o planejamento e a gestão de assentamentos humanos participativos, integrados e sustentáveis em todos os países.

“Esse objetivo traz premissas no tocante a prometer cidades e assentamentos humanos, mais seguros, resilientes e sustentáveis. Nesse contextura, o curso de Arquitetura e Urbanismo da Unit, por meio do Núcleo de Projetos, Pesquisa e Extensão – NUPPE – tem desenvolvido projetos com as comunidades que vivem em situação precária”, declara Lígia Nunes Roble, docente do curso de Arquitetura e Urbanismo da Unit e coordenadora do NUPPE.

“Atuamos em procura de combater o descarte indevido no espaço público, fortalecer e intervir criando espaços de lazer e coletivos para essas comunidades. Tudo realizado com a população com intuito de fortalecer laços, pensando também na autonomia desses grupos”, enfatiza a professora.

O objetivo 11 visa ainda proporcionar o chegada a sistemas de transporte seguros, acessíveis, sustentáveis e a preço alcançável para todos, melhorando a segurança rodoviária por meio da expansão dos transportes públicos, com privativo atenção para as necessidades das pessoas em situação de vulnerabilidade, mulheres, crianças, pessoas com deficiência e idosos.

Assessoria de Prensa | Unit

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