Adeus Paulo Gustavo: Porquê mourejar com o luto em tempos de pandemia

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A morte sempre foi um grande mistério e o ser humano não lida muito com o incógnito. E, em tempos de muitas perdas uma vez que estamos vivendo, é preciso aprender a mourejar com a partida seja de um companheiro, parente próximo ou até uma notoriedade.


Há pouco mais de uma semana, o Brasil ficou devastado com a morte precoce do ator Paulo Gustavo. Aos 42 anos, o comediante foi atacado faltamente pela Covid-19.


Muitas pessoas, mesmo sem conhecê-lo pessoalmente, ficaram emocionadas e sofreram de forma profunda. A família do humorista, realizou uma formosa missa de sétimo dia, carregada de afeto e muito emoção. 



Porquê mourejar com a dor?


Alguns especialistas falam que o luto tem suas etapas uma vez que negação, raiva, negociação, depressão e corroboração. Cada ser humano reage de uma forma! O psicanalista Junior Silva enfatizou uma vez que a fé pode ajudar a entender a morte e superar a dor da perda.


“Quando incluímos a fé na vida, estamos trazendo a revogação do decreto que chamamos de término que a ciência carrega, trazendo de volta o que todo ser humano deseja: Evo! A fé nos possibilita crer que o término não existe, que as pessoas que morreram podem estar num lugar melhor com seu fundador, no horizonte poder reencontrá-las, ou até se preparando para uma novidade vida que irá viver, mas independente da crença a fé faz crer que existe um horizonte pós morte. O veste é que não queremos uma vez que resposta definitiva o término, mas queremos uma resposta que nos traga conforto para nossas dores e daqueles que se foram, por leste motivo o apego da fé nos faz crer que, se ficou dívidas nossas com a pessoa que partiu, ela pode ser resolvida pelo ser superior trazendo a indulgências das dívidas deixadas”, ressaltou.


O perito ainda destacou o que se pode aprender com a morte.


“Podemos aprender que tudo tem o término e que precisamos vivenciar o hoje uma vez que se fosse o último dia! O luto muito vivido nos traz o reconhecimento da valor e o que outro deixou de privativo, pois o que perdemos pode não estar mais presente no dia a dia, mas estará no coração para o resto da vida”, afirmou.


O humorista trouxe muita alegria para o público com sua arte


Adeus, Paulo Gustavo!


Mas por que a morte de Paulo Gustavo gerou comoção pátrio? Para o empresário e perito em reputação do dedo, Fred Furtado, a explicação está ligada ao veste da possante presença do ator nas redes sociais e nas casas da população, por meio das plataformas de streamings.


“Durante essa pandemia, nem todo mundo perdeu parente ou companheiro para a Covid-19 e, talvez a pessoa mais próxima que o coronavírus atingiu, foi o Paulo Gustavo. Isso porque ele era uma pessoa que estava na televisão e na internet. Por meio desses veículos, ele conseguiu entrar nas casas de diversas famílias, tornando-se um familiar”, frisou.


Em relação às redes sociais, o profissional falou da facilidade com que as mídias transformam os famosos em nossos amigos íntimos.


“A rede social tornou as celebridades próximas de nós, portanto, quando ela coloca uma pessoa muito atingível, esse quidam se torna nosso confidente, alguém muito importante que quando morre é alguma coisa muito sentido”, explicou.


Temos a teoria de que existem pessoas intangíveis às doenças e mortes, tais são os famosos, os ricos e os jovens. Os dois primeiros por terem poder aquisitivo e estarem acessíveis aos melhores tratamentos médicos, o último por acreditarmos que gozam de boa saúde e tem a vida inteira pela frente.


Mas esse querido artista tinha as três características: era rico, notoriedade e jovem, associado ao jeitão companheiro, paizão e romântico que ele transmitia, sua morte foi um baque para a população.


“Teoricamente, era um varão que não podia morrer e isso já reforça o poder da doença”, finalizou.


O fenômeno Dona Hermínia ficou eternizada nos corações dos fãs

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