10 Séries Clássicas que Voltaram com os Atores Originais

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Indiscutivelmente vivemos numa era de reciclagem de ideias e produtos do pretérito. A matemática é a seguinte: apostar no que deu manifesto trazendo de volta os milhões de fãs nostálgicos de plantão, ao mesmo tempo reformulando um noção a termo de atrair as novas gerações. Pensa só, é o que Star Wars faz há quase 45 anos. No cinema, isso traduz em remakes, reboots e sequências.

Não se trata (exclusivamente) de falta de originalidade, exclusivamente de lógica, estudos e pesquisa. O público em sua maioria prefere apostar no que conhece, numa marca anteriormente estabelecida, no que sua memória afetiva lhe diz que é bom. Se no cinema essa tendência se torna cada vez mais uma regular, quase gerando um subgênero em si – ou seja, revisitar produtos de 40, 30 ou 20 anos no pretérito (em peculiar se temos o mesmo elenco de volta – Serpente Kai é grande prova disso) -, a TV também começa a se terebrar à teoria.

Um dos pontos mais positivos de tal proposta é trazer de volta aos holofotes aqueles artistas queridos do pretérito, que nos deram tanta alegria, mas cujas carreiras terminaram caindo no ostracismo. Todos ganham, eles e nós. Mais uma vez, é o caso da citada Serpente Kai, por fim onde estavam Ralph Macchio e William Zabka antes do programa?

Pensando nisso, resolvemos montar esta novidade material, focada justamente em revivals de séries antigas para os novos tempos, que trouxeram de volta seus elencos originais para um novo round. Confira aquém (Ps. Gostaríamos muito de ver Friends entre elas em breve).

Fenômeno da ficção científica e suspense, Registro X marcou a dezena de 90 e ainda hoje é cultuada uma vez que uma das melhores séries de todos os tempos. As investigações dos agentes do FBI Fox Mulder (David Duchovny) e Dana Scully (Gillian Anderson) sobre casos inexplicáveis estreou na TV em 1993 e seguiu até 2002 por nove temporadas. Sendo que nas últimas, Duchovny já havia esquecido o programa, dando espaço para o agente John Doggett (Robert Patrick). A popularidade era tanta que dois filmes foram lançados no cinema, o primeiro em 1998 e o segundo em 2008 (com o seriado já finalizado). Em 2016, Registro X retornava para sua décima temporada e dois anos depois, em 2018, estreava a décima primeira – é evidente, trazendo de volta Mulder e Scully nas formas de Duchovny e Anderson.

Recentemente escrevi sobre as séries família mais queridas dos anos 80 em uma material cá no CinePOP e tratei de incluir Três é Demais (Full House). O programa que estreou em 1987 emulava ares do clássico oitentista Três Solteirões e um Bebê, com três homens solteiros precisando fabricar três meninas. Na vaga dos revivals, a Netflix resolveu apostar na nostalgia e tratou de lançar Fuller House, prolongamento da série citada vinte e um anos depois de seu término. Agora a trama é focada na vida adulta de D.J. (Candace Cameron), a filha mais velha da família, mãe de sua própria prole no novo programa. Grande secção dos personagens principais (e seus intérpretes) do seriado idoso voltam a dar as caras.

Registro X e muitos seriados que se tornaram cult devem muito a Twin Peaks – considerado um marco transitório para a TV norte-americana. Estreando em 1990 com a pergunta “quem matou Laura Palmer?”, o programa de David Lynch fez o mundo de refém na frente das telas, apesar de seu teor cada vez mais alucinógeno com o passar dos capítulos. O resultado foi o cancelamento logo na segunda temporada, que apelou para um “novelão” nonsense testando a paciência dos fãs. Isso não eliminou nem um pouco do hype gerado pelo retorno do programa em 2017 – mesmo que o resultado tenha sido Lynch mais uma vez testando os limites de seus espectadores. Uma das melhores coisas, no entanto, foi o reencontro com grande secção dos personagens queridos.

Aproveite para ver:

Will e Grace trouxe à tona debates muito pertinentes ao dar voz a um protagonista homossexual numa estação em que pouquíssimos programas que visavam entretenimento na TV haviam feito. A série pode não ter sido a primeira a realizar o feito, mas sem incerteza foi uma das mais populares, quiçá a mais famosa. Na trama do sitcom, dois grandes amigos dividem um apartamento em Novidade York: o jurisconsulto gay Will (Eric McCormack) e a designer Grace (Debra Messing). Zero mais procedente que, em nossos tempos um pouco mais evoluídos sobre tais questões, o programa retornasse para dar seus pitacos. Assim, onze anos em seguida o “término”, Will e Grace retornava, em 2017, para mais quatro temporadas.

Nos anos 80, os programas de comédias familiares atingiam seu auge de popularidade com alguns dos exemplares mais famosos e queridos da TV americana. Segmento do montão era nascente Roseanne, que revelou John Goodman e trazia no título o nome de sua protagonista Roseanne Barr uma vez que a matriarca de uma família de classe média trabalhadora, ainda em 1988. Roseanne foi também a criadora da série e apostava em seu jeito ácido e desbocado – fazendo com que ganhasse também os cinemas (em filmes uma vez que Ela é o Diabo e Olha Quem Está Falando Também). Porém, se Will & Grace sempre se mostrou antenado aos tempos, outros programas precisaram se readaptar. Ou quem sabe seus atores. Foi o caso do cancelamento da humorista Roseanne Barr, cuja personalidade sem filtro seguiu para se tornar ofensiva e preconceituosa, resultado em comentários mais do que infelizes em nossa estação politicamente correta. Assim, logo em seguida retornar para sua décima temporada em 2018 e fazer bastante sucesso, a própria protagonista terminou por minar o sucesso do seriado, o fazendo, assim uma vez que ela, ser cancelado.

Espargido no Brasil uma vez que Louco por Você, esta série apostava em outra estrutura muito famosa para as sitcom. Alguns dos modelos mais famosos para histórias em séries de comédia do tipo são as familiares, as de amizade (na qual se encaixa Friends) e as de relacionamentos. Mad About You foca justamente no terceiro tipo. O programa apresentou a atriz Helen Hunt para o mundo, que vivia a questionadora Jamie, jovem esposa do tranquilão Paul (Paul Reiser). Tendo estreado em 1992, a série logo se tornou uma das mais queridas e populares de todos os tempos, fazendo enorme sucesso e durando até 1999. Em 2019, dez anos depois, Mad About You foi pego na tendência dos revivals, com os protagonistas agora muito mais velhos. Nesse meio tempo, Hunt levou um Oscar de melhor atriz (por Melhor É Impossível) e a dupla deu uma ligeiro sumida.

Quando estreou em 1987, a série Star Trek – A Novidade Geração deu ininterrupção ao icônico programa original da dezena de 1960, protagonizado por Kirk (William Shatner) e Spock (Leonard Nimoy). Nessa estação porém, os personagens citados estrelavam seus filmes para o cinema, enquanto na TV quem comandava o show era o Capitão Picard (interpretado pelo carismático Patrick Stewart) e sua novidade tripulação. No mesmo ano em que A Novidade Geração encerrava seus trabalhos na TV, Picard redirecionava sua equipe para as telonas, onde estrelaram no cinema quatro filmes. Sumido desde 2002, quando estreava Star Trek – Nêmesis, Picard retornou para a cultura pop novamente nas formas de Stewart ainda mais envelhecido para o programa da Amazon Prime Video, Star Trek – Picard – lançado em 2020 e com a segunda temporada programada para 2022. O mais permitido é que o seriado não homenageia e continua exclusivamente A Novidade Geração, mas também faz uso de outros personagens da mitologia na TV, uma vez que Seven (Jeri Ryan), saída de Star Trek – Voyager (1995-2001).

Também espargido por seu título original Saved By the Bell, a série colegial de comédia estreou ainda em 1989 e trazia aventuras de estudantes certinhos, se deparando com questões do cotidiano e lidando com elas da melhor maneira provável. O seriado virou meme devido a um incidente exibindo todo o excesso performático de Elizabeth Berkley, que na série vivia Jessie e que três anos em seguida o término viria a estrelar o fracasso retumbante Showgirls (1995) – considerado um dos piores filmes de todos os tempos, em partes devido ao retrato mais que caricato de sua protagonista peladona. Em 2020, o programa foi arrancado lá do início dos anos 90 para um revival. Berkley e seus colegas de elenco retornam agora uma vez que professores do escola de escol que antes frequentaram uma vez que alunos.

Em 1984, quando a série Punky – A Levada da Breca estreou, a protagonista que dá nome ao programa, vivida por Soleil Moon Frye, era uma garotinha de 8 anos, sendo abandonada num supermercado e adotada por um simpático velhinho. Agora, trinta e três anos depois o mesmo pai tira Punky dos anos 80 para mais um round. Frye se tornou uma bela mulher, e assim uma vez que em Fuller House, agora torna-se mãe de seus próprios filhos e a figura de domínio da dinâmica, mas sem olvidar a rebeldia que ditava sua vida na puerícia. Punky Brewster estreou nascente ano.

Essa cá não é exatamente uma novidade temporada da querida Um Maluco no Pedaço (que marcou a dezena de 90). Mas qualquer coisa envolvendo nascente marco da TV americana que serviu para revelar o planeta Will Smith e permanece uma vez que uma das produções mais queridas de seu montão, desperta imediatamente a atenção. Assim, embora muitos estivessem esperando novos episódios do malandro Will e sua família da classe subida, o planeta providenciou uma reunião dissemelhante: um documentário com o propósito de reencontrar seus colegas de elenco, relembrar diversas histórias de bastidores, homenageando o icônico programa. No trajectória de 1h15min de duração emocionando todos os fãs por tábua.

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